Alagoas, 19 de novembro de 2019

Tecnologia e Economia Digital serão temas de audiência pública


Dados do setor de Tecnologia mostram que em 10 anos, a economia digital vai movimentar 100 trilhões de dólares em todos os segmentos produtivos. Em 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) mundial virá também da economia digital e, no Brasil, o PIB para essa modalidade econômica deverá alcançar 25,1% com alta já em 2021. Esses e outros números vão ser temas da audiência pública “Tecnologia e Economia Digital”, que será realizada na próxima segunda-feira (21), a partir das 9h, no Plenário Silvânio Barbosa, da Câmara Municipal de Maceió.
A iniciativa é da vereadora Ana Hora (PSD) e vai contar com a presença do deputado federal e presidente da Frente Digital Mista da Economia e Cidadania Digital na Câmara dos Deputados, João Henrique Caldas (JHC). “Maceió está consolidada como um dos destinos turísticos mais procurados por brasileiros e estrangeiros. Nossa cidade tem belezas naturais pouco vistas por aí. Por outro lado, ainda carece de melhorarias em sua infraestrutura e, mais que isso, necessita de iniciar sua entrada no rol das cidades inteligentes, focando investimentos em economia digital porque, como mostram os números citados, as grandes cidades do mundo já investem e vão investir pesado em economia e tecnologia digital. Por tudo isso, propus a realização dessa audiência para acharmos saídas como interação entre Legislativo federal e municipal”, declarou a parlamentar.

LEGISLAÇÃO
 – Maceió já possui legislação que trata sobre o tema: a Lei n° 6.902, de junho de 2019, a chamada “Cartilha da Inovação”. Entre outros objetivos, a lei propõe articular o Poder Executivo municipal com as instituições científicas, tecnológicas e de Inovação e setor produtivo para levar Maceió ao patamar de cidade humana, inteligente, sustentável e criativa (CHISC).

“Mas, precisamos tirá-la do papel efetivamente. Dentro desse contexto, precisamos achar saídas que garantam desenvolvimento de Maceió, encarando problemas como saneamento, mobilidade urbana, entre outros. Além disso, qual a contribuição que a Câmara Municipal pode dar para que Maceió comece a ser sustentável e criativa, como diz a legislação?”, considerou Ana Hora.