Alagoas, 21 de setembro de 2019

Economia

Uso de cartões cresce 13,6% no 1º semestre, aponta associação

Uso de cartões cresce 13,6% no 1º semestre, aponta associação

Economia
As compras pagas com cartões no Brasil cresceram quase 14% no primeiro semestre, refletindo sinais de retomada do consumo no país e na esteira da entrada de mais competidores no setor, o que tem reduzido as taxas cobradas de lojistas. Os dados são da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Segundo a entidade que representa a indústria de meios de pagamentos, os pagamentos com cartões de débito e de crédito entre janeiro e junho somaram R$ 720 bilhões, um aumento de 13,6% ante mesma etapa do ano passado. Por categorias, as compras com cartões de crédito cresceram 14% no primeiro semestre, para R$ 450 bilhões, enquanto com cartões de débito o avanço foi de 12,3%, para 265,4 bilhões de reais. Os cartões de crédito foram usados 4,4 bilhões de vezes
ANP critica falta de ‘sentido de urgência’ na exploração e produção de óleo e gás no Brasil

ANP critica falta de ‘sentido de urgência’ na exploração e produção de óleo e gás no Brasil

Economia
O diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, criticou nesta segunda-feira (24) a lentidão do Brasil, em termos regulatórios, para alavancar a indústria petroleira no país. Ele enfatizou que há cinco anos o país discute um único contrato que poderia render aos cofres públicos, anualmente, a metade do déficit público atual. "É triste ver que nós não temos sentido de urgência", disse Oddone durante debate na Rio Oil & Gás, no Rio de Janeiro. Segundo Oddone, cálculos feitos pela ANP indicam que somente o excedente da Cessão Onerosa renderia ao país cerca de "R$ 2 trilhões de arrecadação em 30 anos – R$ 60 a R$ bilhões por ano, metade do nosso déficit público de hoje". A Cessão Onerosa refere-se ao contrato da União e Petrobras para a
Déficit primário poderá terminar o ano com folga em torno de R$ 36 bi

Déficit primário poderá terminar o ano com folga em torno de R$ 36 bi

Economia
O Brasil poderá encerrar 2018 com um déficit primário nas contas públicas com folga, em torno de R$ 36 bilhões, disse hoje (21) o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida. Segundo ele, União, estados, municípios e estatais poderão fechar 2018 com resultado negativo em torno de R$ 125 bilhões, contra meta original de R$ 161,3 bilhões estipulada no Orçamento. O déficit primário representa o resultado negativo das contas do governo sem o pagamento dos juros da dívida pública. Segundo Almeida, dois fatores contribuirão para esse resultado, o pagamento da dívida de Itaipu com a União, de R$ 5 bilhões, e o empoçamento de gastos nos ministérios, que deverão terminar o ano sem conseguirem executar R$ 15 bilhões. Originalmente, o Orçamento deste ano estabelecia meta de déficit primári
Arroz e feijão são os alimentos mais desperdiçados no Brasil

Arroz e feijão são os alimentos mais desperdiçados no Brasil

Economia
Base da alimentação do brasileiro, o arroz e o feijão representam 38% do montante de alimentos jogado fora no país. O dado faz parte da pesquisa sobre hábitos de consumo e desperdício de alimentos, do projeto Diálogos Setoriais União Europeia – Brasil, liderado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com apoio da Fundação Getulio Vargas (FGV). A pesquisa ouviu 1.764 famílias de diferentes classes sociais e de todas as regiões brasileiras. O ranking dos alimentos mais desperdiçados mostra arroz (22%), carne bovina (20%), feijão (16%) e frango (15%) com os maiores percentuais relativos ao total desperdiçado. “A grande surpresa foram as carnes aparecerem com um índice tão alto de desperdício, um produto de alto valor agregado, de alto valor nutricional e que é desperdiça
Governo deve liberar mais recursos para ministérios

Governo deve liberar mais recursos para ministérios

Economia
O ministro do Planejamento, Esteves Colnago, confirmou hoje (19) que a revisão de despesas do governo deverá abrir espaço para liberação de mais recursos para ministérios e outros órgãos federais ao longo dos próximos meses. O valor dessa folga orçamentária, que o ministro não quis antecipar, será confirmado na sexta-feira (22), quando deverá ser publicado o relatório de avaliação de receitas e despesas do 4º bimestre deste ano. "A demanda [por recursos] continua grande, mas vamos manter a racionalidade anterior e aquilo que for manutenção dos órgãos ou despesas obrigatórias serão privilegiados. Essa discussão será melhor aprofundada na semana que vem", disse o ministro, após participar da cerimônia de comemoração dos 54 anos de fundação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea