Alagoas, 22 de setembro de 2019

Política

Prefeito de Niterói é preso em operação da Lava Jato no Rio

Prefeito de Niterói é preso em operação da Lava Jato no Rio

Política
O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, foi preso na manhã de hoje (10) na Operação Alameda, uma ação de desdobramento da Operação Lava Jato, deflagrada pela Polícia Civil, através da Delegacia Fazendária (DELFAZ) e Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). O objetivo da operação é cumprir, ao todo, quatro mandados de prisão e 19 de busca e apreensão “contra uma organização criminosa acusada de corrupção ativa e passiva, através do recebimento de propina paga por empresários do transporte público rodoviário para agentes públicos de Niterói”, segundo divulgou a Polícia Civil. As investigações apontam para desvios superiores a R$ 10 milhões dos cofres públicos para pagamentos ilegais. Também foi preso na operação Domíci

Barroso ordena que Justiça de MG assegure integridade de Marcos Valério

Política
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta quinta-feira (6) que a Vara de Execuções Penais de Contagem, em Minas Gerais, assegure a integridade física e moral de Marcos Valério, condenado no processo do mensalão do PT e que teve delação premiada homologada em setembro. A delação de Valério ainda está sob sigilo e tem relatoria de outro ministro, Celso de Mello. O pedido foi direcionado a Barroso porque ele é responsável pelas penas do mensalão - Valério cumpre punição de 37 anos e 5 meses de prisão desde 2013 pelos crimes de corrupção ativa, peculato, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. A defesa argumenta que Marcos Valério já foi agredido dentro do presídio Nelson Hungria, onde está preso atualmente. E que ele revelou em depoimentos questões
Demarcação de terras será pauta de “muita conversa”, diz nova ministra

Demarcação de terras será pauta de “muita conversa”, diz nova ministra

Política
A futura ministra da nova pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, disse hoje (6) que a demarcação de terras indígenas será pauta de muita conversa no governo. O presidente eleito, Jair Bolsonaro, já manifestou intenção de rever a política de demarcação de terras indígenas no país. “Nós vamos ter que conversar muito sobre isto. Eu, particularmente, questiono algumas áreas indígenas. Sempre lembrando que este ministério vai interagir com os demais ministérios.”, disse a ministra ao ser anunciada pelo futuro ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Ela afirmou que dialoga com indígenas há 16 anos, trabalhando pela saúde da criança indígena. Mulher e aborto Damares também disse que no novo governo a mulher não receberá salário inferior ao homem se executar a mes

Projeto de lei unifica matrículas de professores, sem perda de direitos

Política
ara o professor, as vantagens vão desde ampliar os rendimentos, poder se dedicar a uma atividade somente na rede municipal de ensino e até exercer a função em outra esfera da estrutura pública como prevê a Constituição Federal. Já o Executivo, além de não ter nenhum gasto a mais com a iniciativa, faz com que ele possa organizar melhor o quadro de pessoal da Educação, direcionando as atividades com mais amplitude. Os benefícios descritos fazem parte da lei de autoria do vereador Jonatas Omena (PPL) que possibilita aos professores com duas matrículas, com carga horária de 20h, unificá-las e transformar a jornada em 40h semanais. Ainda segundo a nova lei aprovada pela Câmara Municipal de Maceió, para efeito de identificação do servidor, a matrícula mantida será a mais antiga, assim como su
PF cumpre mandados de prisão em nova fase da Lava Jato

PF cumpre mandados de prisão em nova fase da Lava Jato

Política
A Polícia Federal (PF) cumpre hoje (5), no estado do Rio de Janeiro, 11 mandados de prisão e 26 de busca e apreensão na 57ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Operação Sem Limites. Dez mandados de prisão preventiva são na capital e um em Niterói. Entre os 26 mandados de busca e apreensão também há dois em Petrópolis, na região serrana do Rio, e um em Curitiba. Os presos serão levados para Curitiba, onde responderão por crimes como o de corrupção, organização criminosa, crimes financeiros e de lavagem de dinheiro na 13ª Vara Federal de Curitiba. Segundo a polícia, as investigações indicam a existência de uma organização criminosa que lesou a Petrobras na área de compra e venda de petróleo e derivados por ou para empresas estrangeiras. O esquema teria operado até meados de 2014