Redação*
O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA/AL) intimou, por meio de ofício enviado nesse domingo (10), a petroquímica Braskem a apresentar uma série de medidas para diagnosticar os impactos ambientais, atuais e futuros, provocados pelo rompimento da mina 18. Assim como as medidas de controle e mitigação da região afetada.
No texto, o órgão reforça a necessidade de um Plano de Controle Ambiental atualizado, com ações para minimizar os danos à fauna e à flora da região lagunar. Além de apresentar um relatório de execução do programa de resgate, tratamento e destinação de animais feridos e atendidos, vítimas do colapso da mina.
O Instituto também quer um diagnóstico e medidas mitigadoras às atividades socioeconômicas inseridas dentro do contexto do Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-Manguaba.
O documento ainda exige informações sobre a possibilidade de outras situações de colapso que possam surgir nas demais minas que estão em processo de fechamento. Solicitando a atualização do Plano de Atendimento a Emergência e Contingência, com novos cenários relacionados ao risco de colapso das cavidades, contemplando as estruturas existentes na antiga área da Base de Mineração.
Por meio da sua Gerência de Laboratório, o IMA afirma estar realizando o levantamento dos parâmetros físico-químicos em diversos pontos da laguna Mundaú.
/Ascom IMA

