Alagoas alcançou, em 2025, um marco histórico na segurança pública ao registrar, pela primeira vez, menos de mil homicídios em toda a série histórica. O resultado é fruto de uma série de ações estratégicas do Governo do Estado, como os investimentos contínuos nas forças de segurança e, sobretudo, o trabalho desenvolvido pelos serviços de inteligência da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP).
Desde maio de 2022, quando a Força-tarefa coordenada pela Chefia Geral de Inteligência Integrada foi criada, 3.812 criminosos foram presos. Somente no ano passado, as ações de inteligência da SSP, por meio de investigações qualificadas que deram origem a operações conjuntas realizadas com as polícias Civil e Militar, resultaram na prisão de 1.277 infratores.
De acordo com dados do Núcleo de Estatística e Análise Criminal (Neac), do total de prisões efetuadas no último ano, 398 estavam relacionadas a crimes de homicídio, 189 por tráfico de drogas e 183 por envolvimento com organizações criminosas. Também houve prisões por estupro de vulnerável, roubo, violência contra a mulher, estupro, feminicídio, latrocínio, entre outros crimes de grande impacto social.
Entre as ações de destaque que resultaram nessas prisões estão as operações Cerberus, Litoral Sul e Saint Louis, além de dezenas de outras ações integradas realizadas de forma contínua em todo o território alagoano.
Para o secretário de Estado da Segurança Pública, Flávio Saraiva, uso estratégico da informação tem sido decisivo para os avanços obtidos. “O serviço de inteligência é o coração do enfrentamento ao crime organizado. É por meio do trabalho técnico, silencioso e estratégico que conseguimos identificar lideranças criminosas, antecipar ações e prender aqueles que insistem em desafiar o Estado. Os resultados alcançados mostram que investir em inteligência é salvar vidas e garantir mais segurança para a população alagoana”, destacou o secretário.
/Ascom SSP

