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Carnaval: JHC ganha enredo da população sobre o Banco Master

Reprodução

Da Redação

Incentivador da cultura popular e de grandes shows, o prefeito de Maceió, João Henrique Caldas, o JHC (PL), ganhou um enredo de carnaval bem humorado da população que retrata sua ligação com o Banco Master, e que já está circulando nos grupos de whatsapp.

Vale lembrar que 2024, a Prefeitura de Maceió gastou R$ 8 milhões para patrocinar o desfile da escola de samba Beija-Flor, do Rio de Janeiro, que teve a capital alagoana como tema do samba-enredo: “Um delírio de Carnaval na Maceió de Rás Gonguila”. A escola contou a história do folião alagoano que se dizia descendente direto do último imperador da Etiópia.

Agora, sem desembolsar nenhuma valor real, a gestão de Maceió tem sua própria canção para celebrar o festejo de momo de 2026.

📍Ouça no feed o novo samba enredo criado para criticar o negócio firmado pela gestão de Maceió com o Banco Master.

 

Caso Banco Master 

O prefeito de Maceió, João Henrique Caldas, é o gestor municipal que mais aplicou recursos no Banco Master no país. Ao todo, 18 fundos previdenciários de estados e municípios realizaram aportes em letras financeiras emitidas pelo banco, por meio dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS).

No levantamento, o município de Maceió (AL) aparece em primeiro lugar, com aplicação de R$ 97 milhões, seguido de São Roque (SP), que investiu R$ 93,15 milhões, e de Cajamar (SP), com R$ 87 milhões. Entre os estados, o Rio de Janeiro lidera as aplicações, com R$ 970 milhões, seguido do Amapá, com R$ 400 milhões, e do Amazonas, com R$ 50 milhões.

Polícia Federal 

Investigação, iniciada pela PF, visa apurar um conjunto de operações financeiras realizadas que resultaram na aplicação de bilhões em recursos pertencentes à autarquias (previdências Estaduais e Municipais) em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master.

Segundo a PF, são apurados crimes contra o sistema financeiro nacional, como gestão fraudulenta, desvio de recursos, induzir em erro repartição pública e fraude à fiscalização ou ao investidor, além de associação criminosa e corrupção passiva.

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