Mais de 600 pessoas participaram de uma tarde marcada por alegria, cultura e representatividade. A abertura ficou por conta do Pagode da Naná, seguida pelo maracatu do Afrocaeté e pelas brasilidades de Pedro Ivo, enquanto o DJ Gil mantinha a energia lá em cima nos intervalos. Cada atração reforçava o que sempre foi marca de Teca, valorização da cultura popular e da identidade do nosso povo.
Entre os presentes, podia-se observar aquilo que compõe o estilo de Teca Nelma fazer política: muito povo, muita diversidade, muita inclusão. A festa reuniu representantes do movimento LGBTQIA+, do movimento negro, do movimento de mulheres, pessoas com deficiência, trabalhadores e trabalhadoras, além de lideranças do MST, dirigentes sindicais, jornalistas e formadores de opinião.
Entre as autoridades, estavam o deputado federal Paulão, a secretária de Estado Tereza Nelma, o presidente do SINTEAL, Izael Ribeiro, e a presidente do PT Maceió, Alê Costa, além de diversas lideranças do Partido dos Trabalhadores e de movimentos sociais.
O clímax da festa, no entanto, advém da seguinte verdade: onde há lideranças políticas, faz-se um ato político. Em seu discurso, emocionado e firme, Teca fez questão de abordar os problemas mais graves de Alagoas: falou da fome que ainda atinge famílias alagoanas, da violência em suas diversas formas, do analfabetismo e das desigualdades históricas do estado. “A comemoração somente será plena quando Alagoas for uma terra justa para os trabalhadores”
Ao final do discurso, Teca anuncia: “coloco meu nome à disposição para rodar Alagoas e construir ideias que melhorem a vida do povo. Hoje meu lema é esperança!”. O discurso foi fechado com chave de ouro quando Teca Nelma, pela primeira vez publicamente falou com todas as letras: começamos hoje nossa caminhada que nos levará à Assembleia Legislativa de Alagoas.
/Assessoria

