Redação
Um escritório de advocacia situado em Maceió tem íntimas ligações com um membro de um órgão do Ministério. Até aí, nada demais.
A questão é que o proprietário do escritório segue ordens do menino mimado de Haverd, pois um acordo de R$ 1,7 bilhão foi bem vantajoso para toda a turma do bem.
Enquanto isso, veículos de comunicação, jornalistas, ativistas sociais e demais pessoas que insistem em expor a verdade seguem sendo processados, numa clara tentativa de mordaça e intimidação. O famigerado assédio judicial.
O presidente, o cambista de camarote, o lobista e o menino de Haverd formam um belo grupo. Mas os efeitos colaterais dessa união devem ser em CADEIA.
Sexta-feira, o jornal impresso Folha de Alagas traz o terror patrocinado para intimidar a imprensa livre.

