Redação
O elefante-marinho, que apareceu no litoral de Alagoas e foi morto de forma violenta em Jequiá da Praia, recebeu uma homenagem no mural da sede do Instituto Biota. Uma pintura foi feita para eternizar a passagem do animal pelo estado.
Batizado de Leôncio, ele foi visto pela primeira vez no início de março de 2026, na Barra de Santo Antônio. Após a aparição, o animal passou a ser acompanhado por órgãos ambientais.
O animal foi visto em várias praias do litoral alagoano, chamando a atenção de moradores e turistas. Segundo o Instituto Biota, ele estava em período de muda de pele e precisava ficar fora da água para descansar.
O último registro com vida foi no dia 27 de março, na região da Lagoa Azeda. No dia seguinte, o corpo do animal foi encontrado em uma praia de Jequiá da Praia, com sinais de mutilação.
Exames indicaram traumatismo craniano e lesões causadas por objeto contundente, apontando ação humana. O caso é investigado como crime ambiental em âmbito federal.

