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Indicado por Alcolumbre, diretor da Previdência do Amapá é alvo da PF no Caso Master

Reprodução

Redação*

A Polícia Federal (PF) realizou, em fevereiro deste ano, uma operação contra integrantes da cúpula da Amapá Previdência (Amprev) para investigar suspeitas de irregularidades na aplicação de recursos destinados à aposentadoria de servidores públicos do estado.

De acordo com as investigações, os mandados de busca e apreensão tiveram como objetivo apurar as circunstâncias do investimento de R$ 400 milhões em letras financeiras do Banco Master em 2024, valor que representa 4,7% do patrimônio líquido da previdência estadual.

À época, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal, no município de Macapá. Entre os alvos da operação estavam o presidente da instituição, Jocildo Silva Lemos, além de integrantes do comitê de investimentos, como Jackson Rubens de Oliveira e José Milton Afonso Gonçalves. A própria sede da Amprev também foi alvo das diligências.

A Amprev possui cerca de 4.700 beneficiários, entre aposentados e pensionistas.

Jocildo Silva Lemos, que preside a previdência do Amapá, foi indicado ao cargo pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). O parlamentar, no entanto, não está entre os investigados.

Em 2024, durante uma premiação, o próprio Jocildo afirmou que o cargo foi uma indicação de Alcolumbre.

“No ano de 2023, seguindo uma política austera, conservadora e sobre tudo com a consciência que nós iríamos entregar resultados. Resultado para aquele que confiaram na gente. E aqui eu faço um agradecimento especial ao governador Clécio Luis, que fez a nomeação, e sobretudo ao senador Davi Alcolumbre, que me convidou para ser o presidente da Amapá Previdência”.
/com G1
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