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Eduardo diz que se Flávio for derrotado “não haverá eleição em 2030”

Pedro De Paula/Código 19/Folhapress

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta terça-feira (14) que “não haverá eleição em 2030” caso o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seja derrotado nas eleições de 2026.

A declaração foi feita nas redes sociais em reação à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu Flávio de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por 90 dias.

“Não haverá eleição em 2030, exceto se elegermos Flávio Bolsonaro. É impensável haver um país com Lula consolidando o atual regime e ainda botando +4 juízes no STF.”

Reação à decisão de Moraes

A manifestação foi publicada poucas horas depois da decisão de Alexandre de Moraes que suspendeu, por 90 dias, as visitas de Flávio Bolsonaro ao pai. O ministro também determinou que a defesa do ex-presidente se manifeste sobre a divulgação de uma carta atribuída a Bolsonaro e lida pelo senador durante uma transmissão ao vivo.

Na avaliação de Moraes, a leitura do documento pode configurar descumprimento das medidas cautelares impostas ao ex-presidente, que está proibido de utilizar redes sociais ou meios indiretos de comunicação para divulgar mensagens ao público.

Carta de Bolsonaro

A manifestação foi publicada poucas horas depois da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu Flávio Bolsonaro de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por 90 dias.

A medida foi tomada após Flávio ler, durante uma transmissão ao vivo, uma carta atribuída ao ex-presidente. Na decisão que concedeu a prisão domiciliar a Bolsonaro, Moraes proibiu expressamente o uso de redes sociais, de forma direta ou por intermédio de terceiros, bem como a utilização de qualquer meio de comunicação externa.

Na avaliação do ministro, a divulgação da carta pode ter representado uma violação dessas restrições, já que a mensagem foi escrita por Bolsonaro e levada ao público por meio do perfil do filho. Por isso, Moraes suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio ao ex-presidente e determinou que a defesa apresente esclarecimentos sobre o episódio.

/Congresso em Foco

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