Ícone do site Folha de Alagoas

PSD pode chegar a três deputados federais em Alagoas e acirra disputa interna

Redação 

A disputa pelas nove vagas de deputado federal por Alagoas começa a ganhar novos contornos com o avanço da campanha eleitoral. Dentro desse cenário, o PSD aparece com uma chapa competitiva e, segundo projeções que circulam entre integrantes e observadores da disputa, pode chegar a três cadeiras na Câmara dos Deputados.

Entre os nomes mais bem posicionados está o atual deputado federal Luciano Amaral, que busca a reeleição. Ele conta ainda com o apoio político do presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, deputado Marcelo Victor, liderança com forte influência na política estadual.

Outro nome que ganhou espaço na disputa é o do vereador de Maceió e ex-prefeito da capital, Rui Palmeira. Candidato a deputado federal pelo PSD, Rui vem explorando na campanha uma atuação de fiscalização e cobrança de explicações sobre a aplicação de recursos do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev) em títulos do Banco Master.

Em agosto, Rui apresentou documentos relacionados à aplicação de R$ 117 milhões do Iprev no Banco Master e questionou a cadeia de decisões que levou à operação. O episódio ampliou a exposição política do candidato durante a campanha.

O perfil político de Rui também é associado ao histórico de atuação na Assembleia Legislativa do Estado e na Câmara Municipal de Maceió, sempre combativo.

Terceira vaga é a disputa mais aberta

Se o PSD confirmar a possibilidade de conquistar três cadeiras, a maior indefinição está justamente na terceira vaga.

Entre os nomes que aparecem na disputa estão a candidata Samyra do Basto e o ex-deputado estadual Davi Maia. Os dois integram oficialmente a chapa do PSD para deputado federal.

A composição da legenda reúne dez candidatos: seis mulheres e quatro homens. Além de Samyra do Basto, estão na chapa Gaby Ronalsa, Julia Nunes, Rute Nezinho, Silvania Barbosa e Thais Canuto. Entre os homens estão Davi Maia, Julio Cezar, Luciano Amaral e Rui Palmeira.

A disputa interna, portanto, tende a ser um dos pontos de maior atenção da eleição proporcional. Com o partido buscando transformar o desempenho de seus principais candidatos em cadeiras efetivas na Câmara, cada voto terá peso na definição da composição da bancada.

 

Sair da versão mobile