Redação
O mandato da senadora eleita Marina Caldas (PSDB) terá sua legalidade decidida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que julgará um recurso contra sua candidatura apresentado pelo MDB. A decisão deve sair até 17 de dezembro, data da diplomação dos candidatos eleitos.
Na contestação, o MDB alegou que Marina não se afastou do cargo de conselheira da Fundação Educacional Jaime de Altavilla (Fejal), conforme determina a legislação eleitoral. O pedido de impugnação foi negado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), mas o partido recorreu ao TSE.
Marina Cândia assumiu o cargo de conselheira da Fejal em 30 de março de 2026, junto com os novos membros do órgão. A posse contou com a presença de João Henrique Caldas (JHC), seu esposo e então prefeito de Maceió.
A Fejal é uma fundação privada de direito público que recebe recursos públicos. Com a condição, os membros precisam se afastar do cargo dentro do prazo previsto na legislação para disputar mandatos eletivos.

