Alagoas gerou 11.110 empregos formais em setembro de 2026, segundo dados do Novo Caged divulgados nesta quarta-feira (4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Os cinco grandes grupos de atividades econômicas pesquisadas registraram saldo positivo no estado alagoano em setembro.
O setor de Indústria foi o que mais gerou empregos formais, tendo fechado o mês com saldo positivo de 7.980 vagas. Em seguida aparecem a Agropecuária, com saldo de 1.446 postos, Serviços (1.144), Comércio (374) e Construção (166).
MUNICÍPIOS – Rio Largo foi o município alagoano com maior saldo de empregos formais em setembro, com 1.823 novas vagas com carteiras assinadas. Em seguida aparecem as cidades de Campo Alegre (1.459), São José da Laje (1.394), Maceió (1.363) e Atalaia (998).
GÊNERO – No recorte por gênero, mulheres e homens registraram saldo positivo em Alagoas. Levando-se em conta as admissões e os desligamentos, os saldos apontam resultado positivo de 10.469 postos com carteira assinada preenchidos por homens e 641 vagas em relação às mulheres.
FAIXA ETÁRIA E INSTRUÇÃO – No que diz respeito à faixa etária, o maior saldo dos postos gerados em Alagoas no período foi de vagas ocupadas por pessoas de 40 a 49 anos, que preencheram 2.826 postos formais. Na análise sobre grau de instrução, o maior saldo dos vínculos no estado em setembro foi de pessoas com fundamental incompleto, que preencheram 5.260 vagas.
NACIONAL – O mercado de trabalho brasileiro gerou 121.305 novos empregos com carteira assinada em setembro de 2026, conforme os dados do Novo Caged, divulgados nesta quarta-feira, 4 de novembro, pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado é fruto de 2,21 milhões de admissões e 2,09 milhões de desligamentos.
No acumulado do ano, de janeiro a setembro de 2026, o país criou 1,24 milhão de novas vagas formais, representando um crescimento de 2,65%. Nos últimos 12 meses, no recorte entre outubro de 2025 e setembro de 2026, o emprego cresceu em mais 787.073 postos, alta de 1,65%.
GRUPOS ECONÔMICOS – Em setembro, quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos. O setor de Serviços liderou, com a abertura de 81.241 postos. O grupo foi impulsionado principalmente por atividades de Atividades Administrativas e Serviços Complementares (18.386); Saúde Humana e Serviços Sociais (15.403); e de Transporte, Armazenagem e Correio (13.240).
Em seguida aparecem os setores da Indústria (19.285), do Comércio (15.697) e da Construção (9.468). A Agropecuária registrou saldo negativo de -4.381.
UNIDADES DA FEDERAÇÃO – Em setembro deste ano, 26 das 27 unidades da Federação registraram saldo positivo. Os destaques foram para São Paulo (19.391), Pernambuco (13.371) e Alagoas (11.110). Em termos relativos, os maiores crescimentos foram em Alagoas, que registrou variação positiva de 2,47%, seguido pelo Amapá, com alta de 1,35%, e Roraima, que apresentou expansão de 1,23%.
REGIÕES — As cinco regiões do país apresentaram desempenho positivo na geração de empregos formais em setembro. O Nordeste lidera, com 49.142 novos postos, seguido do Sudeste (39.404); Norte (14.748), Sul (9.949) e Centro-Oeste (7.894).
GRUPOS POPULACIONAIS – No recorte populacional, as mulheres ocuparam a maioria das vagas formais geradas no país. Elas foram responsáveis por um saldo de 62.989 vagas, enquanto os homens fecharam o mês com 59.129 postos. A faixa etária com maior saldo positivo foi aquela de até 24 anos, com 106.293 postos.
No recorte por escolaridade, pessoas com ensino médio completo apresentaram o maior saldo, com 82.818 postos, seguido por pessoas com nível médio incompleto (17.258). Na análise por raça, os maiores saldos foram registrados entre os pardos (96.805), com os pretos tendo fechado o mês com 17.416 de saldo, brancos com 15.493, amarelos com 229 e indígenas com 80.
SALÁRIOS – O salário médio real de admissão em setembro foi de R$ 2.429,41. Na comparação com setembro de 2025, o salário médio registrou aumento de R$ 44,90 (+1,88%). Para os trabalhadores considerados típicos, o salário real de admissão foi de R$ 2.480,24 (2,09% acima da média geral), enquanto para os trabalhadores não típicos foi de R$ 2.054,61 (15,4% menor que o valor médio).
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