Banner-728x90px-Alagoas-Inteligente_2
1017
27 de fevereiro de 2026
Folha de Alagoas
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO
Sem resultados
Exibir todos os resultados
27 de fevereiro de 2026
Folha de Alagoas
Sem resultados
Exibir todos os resultados
CÂMARA 1 - 728x90 (1)
CÂMARA 2 - 728x90 (1)
Redação

Redação

Janeiro Roxo: 334 casos doença foram registrados em Alagoas

24 de janeiro de 2019
0

Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

O Brasil é o segundo país com mais casos de hanseníase. Por ano, são registrados perto de 30 mil casos da doença, nos vários estados brasileiros e dentre as várias classes sociais, incluindo adultos e crianças. Em razão da elevada carga, a doença permanece como um importante problema de saúde pública. O Janeiro Roxo alerta para a prevenção precoce.

Em Alagoas, foram 334 novos casos de hanseníase em 2018, número maior que o do ano anterior. O tratamento está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (USB).

Nos casos mais graves da doença, o paciente é encaminhado para um dos 4 centros de referência no estado: o Hospital Universitário e o II Centro de Saúde, em Maceió; o Centro de Referência Integrada de Arapiraca ou o Ambulatório da Hanseníase, em Delmiro Gouveia.

Para disseminar informações sobre a lepra, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) promoveu, no domingo (20), uma panfletagem rua fechada, na orla da capital. “Ainda é uma doença que muita gente ainda tem dúvida. O nosso objetivo é esclarecer a população o que é a a hanseníase representa, os sintomas e a importância de procurar as unidades básicas. A intenção da gente é estender ações para os bairros mais populosos”, disse Rafaela Siqueira, assessora técnica da pasta.

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), a hanseníase, conhecida como lepra, é transmitida pelas vias áreas superiores (tosse ou espirro), por meio do convívio próximo e prolongado com uma pessoa doente sem tratamento.

A hanseníase apresenta longo período de incubação, ou seja, tempo em que os sinais e sintomas se manifestam desde a infecção. Geralmente, é em média de 2 a 7 anos. Há referências com períodos mais curtos, de 7 meses, como também mais longos, de 10 anos.

Ainda segundo a pasta, o tratamento da doença é realizado com a Poliquimioterapia (PQT), uma associação de antibimicrobianos, recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Essa associação diminui a resistência medicamentosa do bacilo, que ocorre com frequen­cia quando se utiliza apenas um medicamento, o que acaba impossibilitando a cura da doença.

Os medicamentos são seguros e eficazes. O paciente deve tomar a primeira dose mensal supervisionada pelo profissional de saúde. As demais são auto-administradas. Ainda no início do tratamento, a doença deixa de ser transmitida. Familiares, colegas de trabalho e amigos, além de apoiar o tratamento, também devem ser examinados.

A alta por cura é dada após a administração do número de doses preconizadas pelo esquema terapêutico, dentro do prazo recomendado. O tratamento da hanseníase é ambulatorial, ou seja, não necessita de internação.

SINTOMAS

O Ministério da Sáude informa que os sinais e sintomas mais frequentes da hanseníase são: manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração de sensibilidade térmica (ao calor e frio), tátil (ao tato) e à dor, que podem estar principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na face, nas orelhas, no tronco, nas nádegas e nas pernas; dor e sensação de choque, formigamento, fisgadas; agulhadas ao longo dos nervos dos braços e das pernas, além inchaço de mãos e pés.

Dentre outros, pode ocorrer também diminuição sensibilidade e/ou da força muscular da face, mãos e pés, devido à inflamação de nervos, que nesses casos podem estar engrossados e doloridos; ulceras de pernas e pés.

A HISTÓRIA

A hanseníase é uma das doenças mais antigas da humanidade. As referências mais remotas datam de 600 a.C. e procedem da Ásia, que, juntamente com a África, são consideradas o berço da doença.

Entretanto, a terminologia hanseníase é iniciativa brasileira para minimizar o preconceito secular atribuído à doença, adotada pelo Ministério da Saúde em 1976. Com isso, o nome Lepra e seus adjetivos passaram a ser proibidos no País.

Jornal Folha de Alagoas

Você também pode gostar desses conteúdos

Advogada Cosmélia Folha irá receber o título de Cidadã Honorária de Maceió
Sem categoria

Advogada Cosmélia Folha irá receber o título de Cidadã Honorária de Maceió

por Redação
27 de fevereiro de 2026
Teca Nelma palestra na Carava Federativa ao lado de Ministra do Lula
Sem categoria

Teca Nelma palestra na Carava Federativa ao lado de Ministra do Lula

por Redação
27 de fevereiro de 2026
Polícia Civil prende mulher em flagrante por maus-tratos e abandono de incapaz em Novo Lino
Sem categoria

Polícia Civil prende mulher em flagrante por maus-tratos e abandono de incapaz em Novo Lino

por Redação
27 de fevereiro de 2026
Alagoas entra em ‘Estado de Atenção’ devido à baixa umidade do ar
Sem categoria

Semarh emite Estado de Atenção para possibilidade de chuvas moderadas com rajadas de vento em AL

por Redação
27 de fevereiro de 2026
ASA é notificado sobre vandalismo e confusão generalizada após jogo com Operário
Sem categoria

ASA é notificado sobre vandalismo e confusão generalizada após jogo com Operário

por Redação
27 de fevereiro de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

banner-site
banner-site
Próximo Post

Operação Expurgo: Gaeco e Polícia Militar prendem três PMs acusados de roubo e tráfico de drogas

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

7 de agosto de 2025
Vereador acusa Henrique Chicão de usar hospital para se eleger deputado

Vereador acusa Henrique Chicão de usar hospital para se eleger deputado

7 de agosto de 2025

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Sem categoria

Advogada Cosmélia Folha irá receber o título de Cidadã Honorária de Maceió

27 de fevereiro de 2026
Sem categoria

Teca Nelma palestra na Carava Federativa ao lado de Ministra do Lula

27 de fevereiro de 2026
Geral

TSE aprova 7 regras para eleições de 2026 e agenda novas análises

27 de fevereiro de 2026

REDAÇÃO

(82) 98898-7444

folhadealagoas@gmail.com

ARQUIVOS

Disponível no Google Play

© 2021 | Folha de Alagoas.

Sem resultados
Exibir todos os resultados
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO

© 2021 | Folha de Alagoas.

Utilizamos cookies essenciais e outras tecnologias semelhantes, ao continuar navegando, você concorda essas e outras condições de nossa Política de Privacidade e Cookies.