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Após 4 meses sem aula, universidades federais começam a retomar ou planejar retorno online

17 de julho de 2020
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Depois de quatro meses sem aulas por causa do isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus, universidades federais começam a retomar ou a planejar o retorno das atividades, de forma online. Segundo levantamento do Ministério da Educação (MEC), das 69 instituições, 53 estão com as atividades suspensas, o que representa 846 mil alunos sem aulas. A retomada a distância esbarra em dificuldades de acesso dos estudantes às plataformas e até na falta de experiência dos professores para conduzir aulas remotas.

No início deste mês, o MEC anunciou a oferta de internet gratuita para estudantes universitários com renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio. Em junho, uma portaria do ministério já autorizava que as aulas ocorressem a distância nos cursos de graduação. “A tendência é que as universidades retornem (de forma online), até pela dificuldade de falar, no momento, de volta presencial. Estão todos se organizando para atividades remotas”, diz Edward Madureira Brasil, vice-presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG).

Na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), quase todos os cursos foram, originalmente, planejados para ocorrer de modo presencial. Logo após o decreto de quarentena no Estado de São Paulo, em março, a universidade suspendeu as aulas convencionais e abriu só disciplinas de curta duração. Agora, prevê o retorno às aulas – online – de todos os cursos em agosto. Parte deles já voltou neste mês.

Para decidir pelo retorno remoto, a Unifesp conduziu uma pesquisa com estudantes sobre os impactos da pandemia. “Muitos relataram perda de renda familiar ou individual. Também se perguntou sobre equipamento de informática, sobre acesso. Muitos faziam uso da infraestrutura da universidade e eram essas as pessoas que precisávamos ajudar”, explica a Pró-Reitora de Graduação da Unifesp, Isabel Marian Hartmann de Quadros.

A Unifesp vem fazendo capacitação dos docentes para as aulas virtuais – a proposta é que sejam usados tanto vídeos ao vivo quanto materiais gravados, que podem ser acessados a qualquer momento. Além disso, abriu editais para empréstimo de notebooks aos estudantes e ajuda para custeio de pacotes de dados de internet, iniciativas realizadas independentemente dos recursos prometidos pelo MEC.

As universidades federais temem que o longo período sem aulas e a crise econômica afastem os alunos da graduação. “Muitos voltaram para a casa das famílias no interior ou até em outros Estados. Temos receio de evasão, de alunos perderem interesse pela carreira, e irem para universidades privadas”, diz Isabel. O risco de evasão é ainda maior entre os estudantes que estão no fim da graduação e procuram faculdades particulares para obter logo o diploma. “Isso para a universidade é um prejuízo enorme porque todo o investimento foi feito pelo poder público”, diz Madureira Brasil.

Na Universidade Federal do ABC (UFABC), na Grande São Paulo, alunos também relatam dificuldades. A instituição optou por concluir, de forma emergencial, o quadrimestre letivo que estava em andamento quando houve o decreto da quarentena, mas nem todos conseguiram acompanhar. Sara Lorena, de 22 anos, estudante do bacharelado em Ciências e Humanidades, teve de recorrer a um computador emprestado por amigos para dar conta das disciplinas.

“Não tinha computador nem internet, moro na periferia e o cabeamento da internet não chegava até aqui. O movimento que meus amigos fizeram foi de emprestar um computador, mas minha mãe ficou muito doente com suspeita de covid-19, de cama vários dias. Precisava ter todos os cuidados, todas as responsabilidades da casa ficavam comigo”, conta a estudante, que também trabalha como atendente de telemarketing. “O que eu fiz foi continuar a única matéria obrigatória e abandonei as outras em que tinha me matriculado. Preciso me formar, fiz um esforço, mas foi muito difícil.”

O único plano de internet para a região onde mora, no bairro Cooperativa, em São Bernardo do Campo, custava R$ 140. “Não tinha condições de ter esse serviço, então tive de reorganizar as finanças”, diz Sara. Para o próximo quadrimestre, com início previsto em 21 de setembro, a estudante pretende fazer as últimas disciplinas obrigatórias para conseguir se formar.

Em condições normais, as universidades federais disponibilizam salas com equipamentos de informática e estrutura física para os estudos, como bibliotecas – algo que foi suspenso com a pandemia. Dois amigos da estudante que vendiam doces no câmpus para conseguirem se manter na graduação tiveram de voltar para a casa das famílias, no Espírito Santo. Segundo a UFABC, 300 estudantes não têm estrutura para acessar as aulas online – a universidade conta com doações de equipamentos e tenta adquirir novos computadores.

Campanhas semelhantes são realizadas em outras partes do País. Na semana passada, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) lançou um programa de apadrinhamento, que convoca a comunidade a fazer doações de equipamentos ou dinheiro para que estudantes acompanhem as atividades acadêmicas. A

UFMG deve retomar os cursos de graduação no dia 3 agosto, de modo remoto, depois de quatro meses sem aulas.
Por meio de nota, o MEC informou que a previsão para disponibilizar o serviço de pacote de dados “está condicionada a conclusão do processo e contratação emergencial” pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). Os valores de contratação do serviço não serão divulgados, segundo o MEC, para não haver interferência no processo. A expectativa é atender 900 mil estudantes de baixa renda matriculados em universidades federais e nos institutos federais.
Indagado sobre a existência de um plano de apoio técnico às universidades para produzir as aulas online e capacitação de professores, o MEC informou que “cabe às universidades a elaboração do seu plano de trabalho, bem como a produção de suas aulas e a capacitação de seus profissionais”.

ESTADÃO

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