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Redação

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Dona de casa é a ocupação com a maior queda nas eleições 2020

6 de outubro de 2020
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Agências

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A ocupação que mais encolheu proporcionalmente entre as eleições de 2016 e de 2020 foi a de dona de casa, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Já as que mais cresceram foram as de empresário, advogado e técnico de enfermagem.

Há quatro anos, 24,4 mil candidatos se enquadravam como donas de casa, o que representava 4,9% do total de concorrentes. Já neste ano, são 21,4 mil candidatos, ou 3,9% do total. Houve uma queda, portanto, de um ponto percentual.

Os comerciantes, estudantes, vereadores e agricultores também tiveram baixa no pleito deste ano, mas nenhuma tão alta quanto as das donas de casa.

Já a ocupação de empresário foi a que teve o maior aumento proporcional entre as duas eleições. Em 2016, 25,8 mil candidatos eram empresários, ou 5,2% do total; agora, são quase 32,9 mil candidatos, o que corresponde a 6% dos concorrentes.

A profissão mais comum entre todos os candidatos não mudou: continua sendo a de agricultor, mesmo com a queda na proporção em quatro anos (passou de 7,2% dos candidatos para 6,8%).

Em 2020, mais de 37,4 mil candidatos se declararam agricultores. A maioria (92,7%) concorre a vagas para vereador, sendo que agricultor é, de fato, a ocupação mais comum dos candidatos a este cargo.

Já entre os que tentam vagas de prefeito e de vice-prefeito, a ocupação mais comum é a de empresário.

Ocupações e gênero

Mesmo com a queda registrada entre as eleições, dona de casa é a ocupação mais comum entre as candidatas deste ano. Os registros apontam que quase 12% das mulheres concorrendo se enquadram nesta ocupação. Isso corresponde a 21,2 mil das 181,5 mil candidatas.

Em segundo lugar estão as servidoras públicas municipais (7,1%). Depois, aparecem as agricultoras (5%) e as professoras de ensino fundamental (4,3%).

Já entre os homens, a situação muda, já que apenas 179 dos 366 mil candidatos se declararam como donos de casa.

A profissão mais comum é a de agricultor (7,7% dos candidatos). Depois, aparecem as ocupações de empresário (7,1%), comerciante (6,2%) e de servidor público municipal (6,1%).

Segundo Polianna Santos, professora da PUC Minas e diretora-presidente da Associação Visibilidade Feminina, a análise das ocupações dos candidatos e as diferenças entre as principais profissões de homens e mulheres envolve questões culturais e estruturais.

“Essas diferenças são estruturais. São questões que se refletem nas ocupações, que envolvem fatores econômicos, culturais, de divisão de papéis, de perfil racial. Então não é nada simples”, afirma.

Por isso, há a discrepância de dona de casa ser a ocupação mais comum entre mulheres, mas ter pouca relevância entre os homens.

“Estamos passando por um processo de transição, mas ainda temos um resquício muito forte dessa estrutura cultural que leva a essas diferenças. E isso reverbera no tipo de profissão que cada um vai desenvolver e na hipótese rara da mulher chegar ao momento de disputar um espaço elitista [eletivo]”, afirma.

Já quanto à queda na proporção de donas de casa, Santos diz que existe uma possibilidade de parte da baixa ser por conta da diminuição de candidaturas fictícias, mas que essa relação deve ser feita de maneira muito cautelosa e não deve ser interpretada como uma relação direta.

Ela destaca que, em 2020, os partidos estão se preocupando mais em disponibilizar candidaturas viáveis e robustas de mulheres, já que, caso haja comprovação de fraude, a sigla corre o risco de ter toda a sua chapa cassada.

“Muitas dessas candidaturas [fictícias] são de mulheres que trabalhavam no próprio partido, mulheres que não sabiam que eram colocadas como candidatas e mulheres que aceitavam o registro para ajudar. Dentro do grupo das mulheres que não sabiam ou que estavam tentando ajudar, uma parte pode ser de dona de casa”, diz a especialista.

Não é possível dizer, porém, que todas as candidatas que se declaram donas de casa têm candidaturas fraudulentas. “É uma inferência. Por um lado, [relacionar a queda de donas de casa com menos candidatas fictícias] faz sentido, mas, por outro lado, estabelecer uma relação direta pode culminar em uma leitura que invalide essas pessoas que se declaram dessa forma.”

G1

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