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Redação

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JHC diz que situação fiscal da Prefeitura é grave e desafio é aumentar capacidade de investimentos

16 de dezembro de 2020
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Eleito, JHC garante investigar contratos, enfrentar ‘máfia’ do transporte e fazer concursos
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Eleito prefeito de Maceió para o próximo quadriênio, João Henrique Caldas (PSB) falou com exclusividade para o jornal Folha de Alagoas a respeito do andamento do processo de transição, os diagnósticos da atual situação da Prefeitura, suas primeiras medidas no Executivo, como serão definidos os cargos das secretarias, as conversas com a oposição e o rumo político visando o pleito de 2022.

QUESTIONAMENTOS

Como está sendo esse processo de transição? Em termos de orçamento e organização, qual o diagnóstico da atual situação da prefeitura, é diferente do que você pensava?

Tem sido bastante tranquila. A atual gestão tem conduzido o processo de forma republicana, e, quanto a isso, não há críticas até o momento, apenas o reconhecimento dessa abordagem saudável.

De ponto de vista fiscal, o diagnóstico que temos até o presente momento é de enorme gravidade e dificuldade, por isso o Time de Transição tem desenvolvido formas alternativas de financiamento da Administração para aumentar a capacidade de investimento sem aumento de imposto.

Qual o principal problema de Maceió? Como resolver de forma prática?

Do ponto de vista da Administração o maior desafio será aumentar a capacidade de investimentos. Embora o comportamento arrecadatório do Fisco Municipal durante a pandemia tenha se comportado de forma razoável, a situação pré-pandemia já era severa.

Há um imenso gargalo também na saúde, que tem dado uma entrega abaixo do nível aceitável pela população, muito em decorrência da excessiva politização da área. Nossa ideia é reformular a gestão da saúde, de forma a dar maior profissionalismo e transparência à saúde do município.

A região da Lagoa precisa de obras estruturantes emergências. O ex-prefeito só prometeu. Como você enxerga essa questão?

É um outro ponto crítico da cidade, que deverá ser enfrentado pela nossa gestão. Onde há problemas, há também oportunidades, e vamos aproveitar essa janela de oportunidades para dar dignidade e levar respeito a uma área tão bonita, porém tão esquecida da nossa capital.

Foi anunciado que pessoas para fazer parte da sua gestão mandariam o currículo. Como isso funciona? Você pode explicar?

Isso. A ideia é fazer uma gestão técnica e preencher as posições dentro da Administração por esses critérios. Já são mais de vinte mil currículos submetidos e temos conduzido essa seleção em parceria com entidades especializadas nesse tipo movimento, justamente para evitar influência política.

Não rejeito a política, e a boa politica terá influência na composição da Administração, mas a ideia é que boa parte dos quadros seja preenchida de forma técnica.

Qual sua primeira medida em janeiro quando tomar posse?

Redução das passagens de ônibus e enfrentamento da situação do afundamento dos bairros.

Você teve o apoio de pessoas que fizeram parte da gestão Rui. Você pensa em acomodar esse pessoal (exemplo o ex-superintendente da SMTT, Antônio Moura)?

Não. Essas pessoas podem contribuir desde que se encaixem nos perfis técnicos exigidos, mas a SMTT, para ficar no seu exemplo, será comandada por uma pessoa com o perfil exclusivamente técnico, já que a mobilidade é um problema importante em Maceió.

Como vai ser sua relação com os vereadores e a oposição? E referente à população, qual vai ser o comportamento do JHC para não repetir a situação de que apenas aparece em ano eleitoral, a exemplo de outros políticos?

Por ser egresso do Legislativo, encaro com naturalidade e vejo com bons olhos uma oposição ativa, que seja crítica, até para que possamos estar atentos e corrigir o prumo se for necessário.

Com a população o comportamento será como sempre foi em minha vida pública: sem intermediário e presença constante.

Você esteve com o governador Renan Filho. Como foi essa conversa? Os palanques foram desarmados? 2022 será discutido só em 22?

A conversa foi muito boa. Passado o período eleitoral, não existe mais o “JHC” ou o “Renan Filho”, existem apenas o prefeito da capital e o governador do estado. Alagoas tem que abandonar essa política que leva as disputas eleitorais para a gestão. Maceió será parceira do Estado e tenho certeza que será uma via de mão dupla.

Não discutirei eleições até o início do período eleitoral de 2022. O foco será total e integral em melhorar a vida das pessoas de Maceió.

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