Da Redação
Esta terça-feira (03) marcou o retorno dos deputados às atividades na Assembleia Legislativa. No processo de retomada econômica, tendo em vista o avanço da vacinação, os parlamentares terão a missão de mostrar serviço com projetos que amenizem os efeitos da crise ocasionada pela pandemia, bem como pensando no pleito de 2022, que se aquece nos bastidores da política alagoana.
Antes da sessão iniciar, Galba Novaes (MDB) discursou e elogiou o presidente da Casa de Tavares Bastos, Marcelo Victor: “Apesar de jovem, é muito experiente e sensato”. Vale lembrar que, caso Renan Filho concorra a um dos cargos ano que vem, o que deve acontecer, o chamado governador-tampão deve sair da ALE, com vários nomes sendo especulados.
“Voltamos às atividades, como sempre, de forma profícua, propositiva, construtiva e antenada com os anseios da sociedade”, disse ainda o emedebista em seu pronunciamento.
O deputado Antônio Albuquerque (PTB), por sua vez, elogiou a trajetória da ALE. “Este Poder já teve a oportunidade de ser o ‘front’ em defesa de médicos, policiais civis e militares, agricultores, funcionários da Educação e da Saúde”, afirmou.
Também em aparte, o deputado Dudu Ronalsa (PSDB) parabenizou a todos pela volta aos trabalhos legislativos e demonstrou preocupação com notícias falsas que estão sendo veiculadas em relação às eleições do próximo ano. “Precisamos mostrar o que estamos fazendo de bom, inclusive nos municípios”, destacou Ronalsa.
Armas viram discussão do dia
O assunto envolvendo armas foi um dos mais comentados na tribuna. Ontem, o secretário de Segurança Pública, Alfredo Gaspar, informou que decretou a prisão em flagrante do guarda municipal que atirou para cima durante um ato de apoio ao presidente Jair Bolsonaro e pró-voto impresso, em Palmeira dos Índios, no fim de semana.
O deputado Jairzinho Lira (PRTB) afirmou que foi um ato de “desordem” e que “não pode passar despercebido”. “Espero que as autoridades investiguem o caso e ele seja punido. São atitudes como essa que fazem com que a sociedade fique cada vez mais violenta e extremista”, declarou.
Já o Cabo Bebeto (PTC) destacou que a redução do imposto sobre a compra de armas de fogo, insumos e munições incrementou a arrecadação do Estado. “O ICMS sobre armas de fogo era de 31%. Nós conseguimos reduzir para 14%. Mostramos durante as tratativas dessa lei que reduzindo a tributação o Estado arrecadaria mais. E o aumento foi de quase 700% no registro de armas de fogo”, afirmou.
com ALE















