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Butantan defende efetividade da CoronaVac em idosos e diz que enviou estudos à Anvisa

8 de outubro de 2021
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Governo inicia distribuição de 16.500 doses para vacinar idosos e trabalhadores da saúde
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O Instituto Butantan contestou a informação divulgada pelo Ministério da Saúde nesta quinta (7) sobre a baixa efetividade da CoronaVac entre idosos acima de 80 anos. A afirmação da pasta foi usada como argumento para a descontinuidade do uso da vacina em 2022.

“A informação é equivocada, já que todas as pessoas idosas têm resposta imune inferior a outras faixas etárias, o que ocorre com todos os imunizante”, afirmou o Butantan nesta sexta (8).

Ainda de acordo com o Instituto, uma pesquisa realizada com 60,5 milhões de brasileiros vacinados entre janeiro e junho de 2021 apontou efetividade superior a 70% para evitar casos graves, internações em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e mortes causadas por Covid-19, inclusive entre idosos.

Do total de pessoas avaliadas que haviam completado o esquema vacinal com CoronaVac (ou seja, tomado as duas doses), 72,6% apresentaram menor risco de hospitalização, 74,2% menor risco de admissão em UTI e 74% menor risco de morte.

Em relação às pessoas entre 60 e 89 anos, a efetividade da vacina foi de 84,2% contra hospitalizações, 80,8% contra internações em UTI e 76,5% contra mortes.

O Butantan também afirma que já enviou um estudo com parte dos dados de imunogenicodade da CoronaVac requisitados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que a vacina receba autorização de uso definitivo. No texto, o Instituto afirma que a Agência solicitou alterações nos procedimentos.

“Apesar de validados, a agência novamente pediu mudanças nos métodos analíticos. Com o objetivo de sanar a questão, o Butantan fechou um acordo com a Sinovac para que as análises complementares de imunogenicidade sejam realizadas em parceria com o laboratório. As amostras estão em trâmites legais para envio e análise no padrão requerido pela Anvisa.”

CPI Covid
O Ministério da Saúde informou à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 que tem a previsão de deixar de usar o imunizante CoronaVac na vacinação em 2022 por dois fatores: primeiro, o status de aprovação emergencial que a vacina ainda mantém na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e a segunda justificativa seria a “baixa efetividade entre idosos acima de 80 anos”.

A resposta do ministério foi dada para a seguinte questão feita pela CPI: “Justificativa para a descontinuidade do uso da Coronavac em 2022, tal como anunciado”.

O pedido de informações foi protocolado na terça-feira (5), quando a CPI tinha desistido de ouvir pela 3ª vez o ministro Marcelo Queiroga.

A resposta foi dada por Danilo de Souza Vasconcelos, diretor de Programa da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, e Rosana Leite de Melo, secretária do mesmo setor.

“A razão sobre a possível descontinuidade da vacina Coronavac no ano de 2022 está diretamente relacionada com condição de sua avaliação pela Anvisa”, informaram os servidores à CPI.

“Até o presente momento a autorização (da CoronaVac) é temporária de uso emergencial, que foi concedida para minimizar, da forma mais rápida possível, os impactos da doença no território nacional”, justificaram o diretor e a secretária.

No Brasil, as vacinas da Pfizer e da AstraZeneca/Fiocruz já obtiveram o registro definitivo. Tanto a CoronaVac quando a Janssen têm o registro emergencial. A Organização Mundial da Saúde (OMS) também aprovou seu uso emergencial.

Os servidores ainda justificaram a decisão com os dados de efetividade já divulgados.

“Além do fato de estudos demonstrarem a baixa efetividade do imunizante em população acima de 80 anos; discussões na Câmara Técnica que não indicaram tal imunizante como dose de Reforço ou Adicional – conforme NT Técnicas SECOVID, assim, no atual momento, só teria indicação como esquema vacinal primário em indivíduos acima de 18 anos. Há estudos em andamento que sinalizam que mesmo usando em esquema vacinal primário há que se considerar uma terceira dose”, completou a dupla.

Por causa da tecnologia empregada na elaboração, era esperado pelos especialistas que a efetividade da CoronaVac fosse inferior em idosos. Um estudo preliminar com adultos acima de 70 anos aponta efetividade média de 42% da Coronavac contra a Covid.

Em relação à terceira dose, os responsáveis pelo imunizante da Pfizer pediram para que a Anvisa inclua a necessidade de uma terceira dose na bula de vacina.

Nesta semana, após retornar de Nova York, Queiroga afirmou que o governo só irá considerar a possibilidade de inclusão da vacina no Plano Nacional de Imunizações se ela obtiver o registro definitivo. “Uma vez a Anvisa concedendo o registro definitivo, o Ministério da Saúde considera essa ou qualquer outra vacina para fazer parte do PNI”, disse Queiroga.

Desempenho pelo mundo
Apesar de ter sido alvo de bloqueio no governo federal, a CoronaVac acabou aceita e foi decisiva na primeira etapa de controle da pandemia no Brasil por meio da vacinação, de acordo com especialistas. Apesar disso, Anvisa e Butantan (responsável pela vacina no país) tiveram desencontro e cobranças sobre dados de testes e outras avaliações do imunizante.

No Uruguai, o Ministério da Saúde divulgou em 25 de maio que duas doses da CoronaVac conseguiram reduzir em 97% a mortalidade por Covid-19 na população imunizada; em 95% a internação em UTI; e em 57% a ocorrência da doença.

O ministério da Saúde do Chile também publicou em abril resultados preliminares mostrando que a eficácia da CoronaVac, depois de duas doses, foi de 80% na prevenção de morte; 89% na internação em UTI; e 67% na ocorrência da doença com sintomas.

G1

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