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Redação

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CABOKAJI traz turnê virtual para Maceió neste sábado (13)

4 de novembro de 2021
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CABOKAJI traz turnê virtual para Maceió neste sábado (13)
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Em turnê por quatro estados nordestinos para o lançamento do primeiro álbum, o ajuntamento musical baiano CABOKAJI realiza show para o público de Maceió neste sábado, 13 de novembro, a partir das 19h, através de conexões tecnológicas-ancestrais ocorridas por transmissão on-line. A ação é resultado do projeto Original Caboks, que conta com patrocínio do Natura Musical e do Governo da Bahia – através do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda.

O show online acontece no YouTube do grupo de resistência nos arredores de Maceió, Quintal Cultural (@quintalculturalmcz – https://youtube.com/channel/UCbl4CLLckgjJr7B6UZ6EhQw), e conta com a participação à distância do Cacique Idyarrury, da Aldeia Xucuru Kariri, da Mata Da Cafurna – reserva indígena de Alagoas. A turnê online segue até o final de novembro, sempre em parceria com espaços culturais alternativos. Além de Maceió, o grupo passa por Aracaju, Salvador e Olinda, terras que construíram a base da musicalidade desse país.

O disco autointitulado trabalha com ritmos pouco explorados, como rojão, aboio, dança de Búzios, Coco Fulni-ô, e outras mais populares como maracatu e afoxé, compõem a sonoridade do trabalho. Ele está disponível em todas as plataformas desde o dia 29 de outubro (https://onerpm.link/570959954009) e é a base do repertório da transmissão.

O evento também marca o lançamento do videoclipe da faixa Chegança, que conta com direção de Ted Ferreira e é o último dos três clipes do projeto. A música é uma saudação à ancestralidade indígena e afro-pindorâmica, revelando a beleza dos Caboclos e Caboclas, evocando o encanto e as forças da natureza, provocando no corpo a sensação de leveza através da dança e do sorriso. Salve o Couro, salve a Concha, salve a Pena.

No clipe, a mistura de tecnologia e ancestralidade, que o Cabokaji faz no som, se expressa através da mistura entre urbanidade e elementos da natureza e das culturas indígenas. A urbanidade faz justamente o papel de dialogar com a música tecnológica de beats e programações que o grupo se propõe na relação com a ancestralidade.

Mais do que uma banda, o ajuntamento musical CABOKAJI é um encontro músico-performance dos cantores, compositores, instrumentistas e pesquisadores da arte Caboclo de Cobre, ISSA, Mayale Pitanga e Ejigbo Oni. O grupo faz da sua arte uma plataforma política que busca, entre outras pautas, contribuir com o processo de resgate da importância dos povos originários para a musicalidade nacional brasileira.

No álbum autointitulado, gravado no estúdio da Aquahertz Beats, o grupo se debruça sobre a musicalidade indígena, berço para o surgimento de diversos ritmos nordestinos. O trabalho traz uma produção musical contemporânea e calcada em ritmos eletrônicos costurados por um discurso pautado no “sorriso como ferramenta política e a dança como processo de cura”.

As gravações e transmissões da turnê são realizadas em Salvador, na Casa Preta Espaço de Cultura, seguindo todos os protocolos sanitários que a pandemia de Covid-19 exige. Além da banda, a equipe da envolve Caboclo de Cobre na direção artística, Moisés Victório na direção de arte e visualidades, cenário e iluminação, Ani Haze na co-direção de arte e visualidade/VJ/mapping, e TED Ferreira na direção de fotografia e coordenação de set.

“O trabalho está sendo feito em cima das imagens captadas no contato com os ajuntamentos indígenas, algumas imagens eu também criei para dialogar com cada faixa, cada som e letra. Procuro entender como foi a criação da música ou o que ela reflete para criar uma ideia de projeção como um reflexo do som. O objetivo é que seja uma experiência imersiva também. Além disso, eu crio efeitos ao vivo a partir da performance da banda”, conta Haze sobre a concepção visual da turnê virtual.

O Cabokaji foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura da Bahia (FazCultura), ao lado de Nara Couto, Mestre Aurino de Maracangalha, Mahal Pita e Mercado Iaô, por exemplo. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para 58 projetos de música até 2020, como Margareth Menezes, Jadsa, Mateus Aleluia e Ilê Ayê.

“A música propõe debates pertinentes, que impactam positivamente na construção de um mundo melhor. Acreditamos que os projetos selecionados pelo edital Natura Musical podem contribuir para a construção de um futuro mais bonito, cada vez mais plural, inclusivo e sustentável”, afirma Fernanda Paiva, Head of Global Cultural Branding.

Original CABOKS
O projeto Original CABOKS – que tem coordenação de produção de Luiz Antônio Sena Jr, produção executiva de Mariana Damásio e assistência de Sérgio Akueran e Tamires Allmeida – contempla os lançamentos single, álbum, videoclipes e as 5 transmissões da turnê online.

Outro produto que integra o projeto é um curta experimental, documento do processo de construção dos shows e videoclipes, como recurso-memória neste resgate à ancestralidade afro-ameríndia. Todo o material audiovisual conta com a direção de fotografia do documentarista Ted Ferreira.

O conceito poético dessas produções passa pelas ritualísticas visualidades e costumes, reverência e valorização das mulheres indígenas e a desmistificação dos povos originários enquanto indivíduos que estão à margem dos recursos tecnológicos e da geração de conhecimento.Além disso, o projeto propõe a revitalização da Rádio Educativa Cultural Fulni-ô FM, que abriga o maior acervo do “Ia-Tê”, língua original da Aldeia Fulni-ô.

Sobre a banda Cabokaji
Cabokaji não é criado, ele é poeira cósmica musical permeada por histórias que atravessam tempos e estão marcadas em nossos corpos. Ocupação PRETA, INDÍGENA, CABOCLA. Dança de batida no coro. Em 2019, Natura Musical aproxima e expande os horizontes para o nascer do primeiro álbum Cabokaji, afirmação discursiva para a ocupação e a exposição do ajuntar para exaltar as culturas de povos pindorâmicos e afrodiaspóricos. Cabokaji coleciona o prêmio na categoria de “Melhor Arranjo para Música com Letra”, com o single “Chegança”, no 18º Festival de Música da Educadora FM, em 2020, em que teve contribuição de Dandê Bahia e Produção da AquaHertz Beats.

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