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Quilombo Lunga em Alagoas recebe Batukadeiras para produção de documentário

O documentário será gravado no período de 17 a 29 de março, tempo em que as batukadeiras vão permanecer em Taquarana

17 de março de 2023
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Quilombo Lunga em Alagoas recebe Batukadeiras para produção de documentário
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No intuito de proporcionar trocas de saberes culturais entre o Brasil e a África, um documentário está sendo produzido pelo cantautor Naldinho Freire e pelo fotógrafo e produtor de vídeo Luis Eduardo Vaz. Eles idealizaram o intercâmbio cultural entre a comunidade quilombola de Poços do Lunga, da cidade de Taquarana, em Alagoas, e as Batukadeiras de São Domingos, de Cabo Verde.

Esse encontro proporcionará a realização de um documentário, com lançamento previsto para o fim deste ano, o projeto é realizado através de Emenda Parlamentar destinada pelo Deputado Federal Paulão e convênio firmado entre o Ministério da Cultura do Brasil e a Associação Cultural Popfuzz.

Intitulado “Quilombo Lunga e as Batukadeiras São Domingos”, o documentário terá cerca de 40 minutos e vai mostrar o encontro entre a comunidade quilombola em Alagoas e 7 batukadeiras que vieram diretamente de Cabo Verde para compartilharem suas danças, músicas, culinária, artesanato, tradições e força, mostrando suas narrativas da luta em meio às batalhas machistas de vida e, em especial, na transmissão de saberes para futuras gerações.

O momento será uma bela confraternização entre culturas de matriz africanas, onde as Batukadeiras vão apresentar o batuko, uma manifestação caboverdiana de música, dança e literatura eleita como Patrimônio Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em comunhão às tradições materiais e imateriais de expressões, memórias e ritos da comunidade remanescente quilombola de Poços de Lunga, como o Saravá, tradição religiosa que saúda os seus orixás à beira do rio. Apesar da distância que as separa, suas raízes estão conectadas através da ancestralidade feminina.

As 7 batukadeiras estarão acompanhadas do organizador oficial de batukadeiras de São Domingos, Manuel de Candinho, e vão estar em solo alagoano durante os dias 16 e 29 de março para gravação do documentário, trocando experiências de vida e cultura. Para Candinho, o encontro vai ser importante para fortalecer e dar sentido às suas histórias através de um resultado muito satisfatório em documentário:

“Juntamente do músico Naldinho Freire, também coordenador deste projeto de intercâmbio cultural Brasil – Cabo Verde, sempre estamos idealizando coisas que dão sentido e fortalecem a cultura africana. Neste sentido, tivemos a ideia de levar as batukadeiras para se juntarem às quilombolas de Alagoas para partilharem suas experiências, pois suas histórias de resistência são parecidas com as nossas. O resultado será muito satisfatório.”

Para o diretor Luis Eduardo Vaz, o documentário traz uma pegada afetiva ao retratar a vida da mulher em meio a resistência do seu povo mergulhando em suas memórias, valores e saberes: “Este registro audiovisual busca fortalecer os laços e a autoestima das pessoas envolvidas nesse encontro, pois somos fundamentalmente um povo formado por africanos. Então precisamos ter orgulho disso. A África que habita em nós é uma África múltipla, diversa, plural e com uma diversidade cultural imensa. E para avançarmos como civilização, precisamos fazer uso desses saberes ancestrais. A gente pretende apresentar a mulher negra como um oceano de afeto e carinho para toda a humanidade, sendo um filme sobre afeto e cidadania.”

A representante do território Lunga, Antônia do Espírito Santo Silva, conhecida como Tonha, enfatiza a importância do documentário para o reconhecimento das comunidades quilombolas: “O documentário vai ser de grande importância na comunidade promovendo o acolhimento de outras comunidades quilombolas, mostrando sua responsabilidade, direitos e reconhecimento. Este é um sonho que graças a Deus, hoje, estamos realizando com muita luta e agradecimento”. Tonha é bisneta da Mestra Firmina Mercê de Jesus, que alimentou e educou a comunidade do Quilombo Lunga, e que hoje tem em suas mãos o legado de manter viva essa história.

Projeto de emenda parlamentar Memória e Produção em Territórios Culturais/AL (Consciência Lunga e Mundaú Lagoa Aberta) – Realização Quintal Cultural, Quilombo Lunga, Movimento Povos das Lagoas, Coordenação Geral Keka Rabelo, Coordenação Técnica Instituto IDEAL, Coletivo Noiz Q Faz, Kuka Melo Empreendimentos, Coordenação de Comunicação: Projeto Bureau de Comunicação Comunitária – Agerrp-Ufal por Manuela Callou, e texto produzido pela Relações Públicas Pei Shung Fon e revisão por Naldinho Freire. Termo de fomento n° 929345/2022 da Secretaria de Diversidade Cultural – Ministério do Turismo e Ministério da Cultura.

/Assessoria

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