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Infectologista Fernando Maia explica aumento de casos de meningite em AL

Falta de vacinação e aumento da atividade dos agentes transmissores são as principais causas; 29 casos foram registrados e 5 óbitos

25 de agosto de 2023
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Infectologista Fernando Maia explica aumento de casos de meningite em AL

Fernando conversou com a bancada, sobre a necessidade da população voltar a se vacinar

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Raphael Medeiros

Na manhã desta sexta-feira (25), o infectologista Fernando Maia cedeu uma entrevista ao Jornal da Manhã (Jovem Pan), sobre o aumento de casos de meningite infecciosa na capital alagoana. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), 29 casos da doença foram registrados, além de cinco mortes. Os casos ocorreram nos seis primeiros meses do ano em AL, sendo 21 desses em Maceió. 

As meninges são três membranas importantes, que revestem o sistema nervoso central, garantindo a proteção contra choques e regulação da pressão. Segundo o infectologista, a inflamação pode ser transmitida por fungos, vírus e bactérias, sendo a bacteriana a pior versão dela. 

“O mais preocupante, o mais grave é a meningite meningocócica, chamada de epidêmica, que pode causar surtos, epidemias e que pode, infelizmente, evoluir de forma grave, levando a pessoa rapidamente ao óbito, em 24, 48 horas”, explicou.

Ao decorrer da entrevista, Fernando reforçou a importância, quase vital, das vacinas. De acordo com o médico, a falta de vacinação é o principal fator para o aumento dos casos.

“A maior parte dos subtipos dessa meningite bacteriana tem vacina, e a vacina está disponível na rede pública, a gente tem vacina na rede pública e na privada também, para quem quiser e puder”, continuando, Fernando comentou que a cobertura vacinal em Alagoas é pequena, o que pode transformar esses casos em uma epidemia. 

Ao ser perguntado sobre o aumento dos casos, Fernando disse que a principal causa é a dormência dos agentes causadores, que ocorre durante certos períodos, dificultando que a doença seja dissipada com facilidade. Porém, a falta de imunização faz com que, nos momentos de maior atividade dos vírus e bactérias, a população fique desamparada contra os riscos.

Aumento de casos de doenças “erradicadas”

No Brasil, algumas doenças foram tratadas como erradicadas durante muitos anos, como a rubéola, varíola, sarampo, pólio, difteria e a própria meningite. Em 2018, entre 1º de janeiro e 23 de maio, foram registrados 995 casos de sarampo no país (sendo 611 no Amazonas e 384 em Roraima), incluindo duas mortes, segundo a OMS. Todas relacionadas à falta de imunização. Os dados mostram que a vacinação acabou ficando em segundo plano nos planejamentos dos brasileiros. 

O Brasil voltou a entrar no mapa da pólio, em 2019, houveram 20.901 casos de doenças evitáveis por vacinação no país. Mostrando um aumento gigante, se comparado aos anos anteriores. De 2019 para cá, devido a pandemia, os dados não podem ser levados em consideração, em sua totalidade, já que a população precisou se isolar, devido à pandemia da Covid-19.

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