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Cerveja, comida e mais: veja estratégias para economizar no Carnaval

28 de fevereiro de 2025
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Cerveja, comida e mais: veja estratégias para economizar no Carnaval

Foto: Reprodução

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A vida do folião está fácil no Brasil. Um levantamento da Rico mostra que os artigos típicos do Carnaval ficaram bem mais caros na última década, acima da média medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país.

A cesta de itens carnavalescos teve alta de mais de 95% em 10 anos, enquanto a inflação oficial do país subiu 75%.

O preço das bebidas alcoólicas, por exemplo, mais do que dobrou em 10 anos, com uma alta de 106,32% no período. Favorita para a ocasião, a cerveja teve um aumento de mais de 63% no período.

Outro destaque ficou com o pacote turístico, que teve um ganho de 86% e também subiu mais que o IPCA. Outros artigos, como maquiagens (40%) e bijuterias (56%), tiveram altas mais comedidas.

A ‘gelada’ mais cara

Segundo a analista de research da Rico Maria Giulia Figueiredo, uma combinação de fatores justifica o aumento dos preços da cerveja e de outras bebidas alcoólicas ao longo dos últimos anos.

“O primeiro grande impacto vem da alta nos custos de produção, principalmente dos insumos básicos como milho e trigo, ambos usados na cevada”, diz a analista.

Ela explica que, como esses insumos são em boa parte importados, são mais sensíveis à variação cambial. “Ou seja, quanto mais desvalorizado o real, mais caro o insumo”, afirma.

Além disso, outros fatores que contribuíram para o aumento desses produtos foram:

  • A alta de preços de embalagens, especialmente do alumínio, que sofreram oscilações no mercado internacional e impactaram os custos para fabricantes;
  • A elevação do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre bebidas alcoólicas em alguns estados; e
  • O efeito sazonal, que costuma refletir o aumento da demanda por esses produtos em épocas como verão e Carnaval.

Nesse sentido, os itens de maquiagem, bijuterias e vestimentas, além de serviços de estética, também tendem a sentir os preços subirem pela maior demanda pelos produtos na época de Carnaval.

“Cresce a procura por cosméticos, tinturas capilares, glitter e acessórios, levando muitos lojistas a ajustarem os preços para aproveitar o pico da demanda”, afirma a analista.

A especialista ainda destaca outros fatores que influenciam principalmente o segmento de serviços nessa alta dos preços.

“Esse aumento não acontece apenas pelo acréscimo de demanda, mas também por custos operacionais mais elevados, como a necessidade de um número maior de profissionais ou horário de atendimento estendido”, completa.

O que esperar à frente?

Apesar da expectativa de que os níveis elevados dos juros no país minguem o consumo — o que, na teoria, poderia aliviar os preços — há ainda uma série de fatores internos e externos a serem considerados que podem deixar a cerveja (e os demais itens) ainda mais caros em 2026.

“Como muitos dos custos que pressionam os preços do Carnaval vêm de fatores externos, como câmbio e tributos, a taxa de juros pode ter um impacto limitado no controle de preços”, afirma Figueiredo.

“Além disso, um ambiente de juros elevados pode dificultar o acesso ao crédito e reduzir o poder de compra da população, o que pode influenciar o consumo em eventos futuros”, acrescenta.

Como driblar o aumento de preços?

Segundo o educador financeiro e diretor da Multimarcas Consórcios, Fernando Lamounier, manter o controle dos gastos durante o período de festas é fundamental para evitar o endividamento.

“Ter um plano estratégico oferece tranquilidade, garantindo que as festividades não causem impactos negativos nas finanças a longo prazo”, afirma.

Veja algumas dicas do especialista:

  • Estabeleça um limite de gastos: antes de cair na folia, o ideal é analisar quanto se está disposto a gastar sem comprometer outros compromissos financeiros, como contas e alugueis;
  • Planeje com antecedência: desta forma, é possível evitar excessos e compras que ultrapassem o limite pré-estabelecido. É importante considerar o quanto será gasto com alimentação, fantasias, além de buscar passagens e hospedagem com antecedência caso pretenda curtir em outra cidade ou estado;
  • Economize com transporte: em muitos casos, as festas ocorrem próximas a estações de trem e metrô ou linhas de ônibus, portanto é possível evitar o uso de aplicativos que estarão com valores elevados por conta da alta procura. Ao reservar uma hospedagem, o ideal é levar em conta as possibilidades de trajeto até o local de destino.
  • Comidas e bebidas: Faça um planejamento para as refeições e opte por alternativas mais econômicas. Leve lanches e água de casa para reduzir gastos durante as celebrações. Se caso for em restaurantes e bares, escolha ambientes comuns em vez de opções turísticas que costumam serem mais caras. Opte por estadias com “all inclusive”, na grande maioria das vezes costuma valer a pena.
  • Busque alternativas gratuitas: blocos e festas sem custo de entrada estão espalhadas por diversas cidades e são uma opção para quem quer economizar. Também podem ajudar quem prefere destinar a maior parte do orçamento para alimentação ou estadia. Outra alternativa é poupar construindo a própria fantasia ou reutilizando de carnavais anteriores.
  • Dê preferência a compras à vista: o uso de cartões de crédito e o excesso de parcelas pode comprometer o equilíbrio financeiro por longos períodos. Caso possível, optar por pagamentos em dinheiro, débito ou PIX.

/G1

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