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Artigo – Histórias e Desafios da Secom Alagoas – por Joaldo Cavalcante

8 de maio de 2025
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Artigo – Histórias e Desafios da Secom Alagoas – por Joaldo Cavalcante

Reprodução

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Joaldo Cavalcante – jornalista e ex-secretário de Estado da Comunicação de Alagoas

Compartilho, de início, o signifcado da celebração dos 40 anos de existência da Secretaria de Estado da Comunicação de Alagoas. Criada em 9 de maio de 1985, a SECOM nasceu do esforço e da visão do jornalista José Osmando, o primeiro titular. Com grandeza e transparência, manteve diálogo permanente da Pasta com entidades, como o Sindicato dos Jornalistas.

A SECOM dava seus primeiros passos enquanto o Brasil vivia o luto pela morte de Tancredo Neves, o primeiro presidente civil eleito após o regime militar, num processo que simbolizava o avanço da redemocratização do País. Tancredo havia vencido no Colégio Eleitoral, derrotando a candidatura da ditadura, já agonizante. Assim, o surgimento da SECOM se deu num momento emblemático: em plena transição democrática, o que confere ainda mais simbolismo ao fato de sua missão institucional — a difusão de informação de interesse público.

De lá para cá, dezoito secretários comandaram a Pasta. Cada um em sua época contribuiu conforme sua circunstância, escrevendo uma página dentro dos limites e desafios de seu tempo. Tive o privilégio de participar dessa história, e destaco com orgulho algumas ações desencadeadas ainda na virada do século e do milênio, quando a SECOM substituiu as máquinas de escrever pela informatização da redação. Outro marco dessa fase foi a criação da Agência Alagoas, que segue ativa até hoje como canal de divulgação oficial do governo do Estado.

Com o apoio do então governador Ronaldo Lessa, foi possível instalar o Conselho Estadual de Comunicação, passo inédito no Brasil. Uma iniciativa pioneira voltada à democratização do debate sobre comunicação pública. Naquele mesmo período, o recém-criado Instituto Zumbi dos Palmares, que reúne os veículos estatais de comunicação de Alagoas, passou a ser orientado pelo Conselho, numa visão plural de construção das políticas de comunicação. Também por iniciativa de Lessa — e, mais recentemente, do governador Paulo Dantas —, foi corrigida uma antiga distorção salarial. Em tempos distintos, eles validaram a equiparação do salário dos jornalistas do Estado aos praticados pelo mercado local, valorizando os profissionais que geram informações úteis à sociedade.

Hoje, estamos na era da profusão de dados e de muitos conteúdos confusos e sem apuração. Como canta Gilberto Gil, “tudo agora mesmo pode estar por um segundo”. Enquanto o tempo não para, mais de 150 projetos permanecem dormitando no Congresso Nacional, que não avança no debate sobre a regulação das plataformas digitais, onde perfis anônimos são acolhidos e usados para espalhar desinformação e ataques pessoais.

É imperativo reafirmar que a crítica é indispensável para o controle social, o debate público e o aprimoramento das instituições. Mas há uma diferença crucial entre a crítica legítima e a calúnia, a ofensa e a difamação. A crítica pode — e deve — ser dura, incisiva, mas precisa estar fundamentada em fatos e ser feita com respeito à dignidade das pessoas. No Estado de Direito, vigora o princípio da máxima liberdade com máxima responsabilidade.

Se a SECOM nasceu num momento de reconquista da democracia, os tempos atuais continuam desafiadores. E é nesse contexto que se destaca a atuação do atual secretário Wendel Palhares. Jornalista jovem, mas com maturidade profissional, ele tem se mostrado líder com preparo, empatia e capacidade de diálogo. Uma de suas primeiras ações – já marcante – foi a criação do Núcleo de Integridade da Informação, tornando Alagoas pioneira na luta contra a desinformação e fortalecendo a confiança da população nas informações oficiais. Sem falar no processo de consulta popular para tornar a gestão mais moderna e eficaz.

Aos 40 anos, a SECOM segue fiel à sua origem democrática e reafirma sua missão como instrumento estratégico para o desenvolvimento do Estado. Porque comunicação pública não é acessório, é eixo central de qualquer projeto de governo transparente, eficiente e voltado ao interesse coletivo.

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