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Quaest: vantagem de Lula diminui e cenário de 2026 fica mais apertado

13 de novembro de 2025
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Lula recebe plano de contingência para tarifas impostas pelos EUA

Ricardo Stuckert/PR

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A mais recente pesquisa Quaest/Genial, realizada entre 6 e 9 de novembro, redesenha o tabuleiro da eleição presidencial de 2026 e indica um cenário muito mais competitivo do que o observado nos últimos meses. Os dados mostram que o presidente Lula segue líder isolado nas simulações de primeiro turno e vence todos os cenários de segundo turno, mas com vantagens em queda, enquanto oposicionistas de diferentes espectros sobem e o ex-presidente Jair Bolsonaro volta a aparecer tecnicamente empatado com o petista. O ex-presidente, preso em regime domiciliar, está inelegível.

Ao mesmo tempo, cresce a rejeição aos dois principais polos da política brasileira e se amplia o espaço para nomes alternativos, refletindo um eleitorado mais volátil, mais exigente e menos predisposto a repetir a polarização de 2018 e 2022.

Lula lidera todos os cenários de primeiro turno, mas perde fôlego

Nos dez cenários de primeiro turno testados pela Quaest, Lula aparece sempre na frente – variando entre 31% e 39%, dependendo do conjunto de adversários. Porém, a análise mais fina mostra que sua vantagem se mantém, mas não cresce e, em alguns casos, se estreita à medida que candidatos oposicionistas ampliam suas bases ou se viabilizam nacionalmente.

Cenário 1 – Com Bolsonaro

  • Lula: 32%
  • Bolsonaro: 27%
  • Ciro Gomes: 8%
  • Ratinho Jr.: 7%
  • Outro grupo: de 1% a 5%

Esse é o cenário mais tradicional da polarização. A distância de 5 pontos é semelhante à de momentos anteriores, mas mostra um Bolsonaro competitivo mesmo estando inelegível.

Cenário 2 – Com Michelle Bolsonaro

  • Lula: 31%
  • Michelle: 18%
  • Ratinho Jr.: 10%
  • Ciro Gomes: 9%

Michelle Bolsonaro apresenta desempenho inferior ao do marido, mas ainda assim consolida um bloco oposicionista acima de 30%.

Cenário 3 – Com Tarcísio de Freitas

  • Lula: 35%
  • Tarcísio: 16%
  • Ciro Gomes: 12%

É um dos cenários em que Lula chega perto de 40%, mas também um dos mais dispersos, com grande fatia de brancos, nulos e indecisos.

Cenário 4 – Lula, Eduardo Bolsonaro, Ratinho Jr., Ciro

  • Lula: 32%
  • Eduardo Bolsonaro: 15%
  • Ratinho Jr.: 10%
  • Ciro Gomes: 10%

Eduardo Bolsonaro confirma força entre eleitores bolsonaristas, mas não rompe o teto de 15%.

Cenário 5 – Lula, Tarcísio e Eduardo Bolsonaro

  • Lula: 38%
  • Tarcísio: 20%
  • Eduardo Bolsonaro: 18%

Este é o cenário com maior competitividade interna na oposição: Tarcísio e Eduardo dividem o voto conservador de forma quase equilibrada.

Cenário 6 – Lula, Eduardo Bolsonaro e Ratinho Jr.

  • Lula: 36%
  • Eduardo Bolsonaro: 22%
  • Ratinho Jr.: 18%

Ratinho Jr. demonstra potencial no sul e sudeste, o que ajuda a explicar seu bom desempenho.

Cenário 7 – Lula, Eduardo Bolsonaro e Zema

  • Lula: 38%
  • Eduardo Bolsonaro: 24%
  • Zema: 12%

Zema mostra força regional, mas ainda pouca tração nacional.

Cenário 8 – Lula, Eduardo Bolsonaro e Caiado

  • Lula: 39%
  • Eduardo Bolsonaro: 24%
  • Caiado: 11%

Caiado se firma como nome forte no centro-direita, mas sem romper a barreira dos dois dígitos.

Cenário 9 – Lula, Eduardo Bolsonaro e Renan Santos

  • Lula: 39%
  • Eduardo Bolsonaro: 27%
  • Renan Santos: 6%

Renan surge como outsider, ainda tímido, mas com presença notável para quem nunca concorreu a presidente.

Cenário 10 – Lula, Tarcísio, Caiado e Renan Santos

  • Lula: 39%
  • Tarcísio: 21%
  • Caiado: 7%
  • Renan: 3%

A oposição aparece fragmentada, mas com crescimento de Tarcísio e manutenção de Caiado.

No segundo turno, Lula vence todos – mas margens caem em todos os cenários

O segundo turno é onde a pesquisa mostra mudanças mais sensíveis e mais preocupantes para Lula. Ele continua ganhando em todas as simulações, mas perdeu força contra todos os adversários.

O empate técnico com Bolsonaro

  • Lula: 42%
  • Bolsonaro: 39%

Em outubro, a vantagem era de 10 pontos (46% a 36%). Agora, cai para 3 pontos, dentro da margem de erro.

Queda generalizada contra os demais concorrentes

  • Lula x Ciro Gomes: 38% x 33% (9 a 5 pontos)
  • Lula x Tarcísio: 41% x 36% (12 a 5 pontos)
  • Lula x Ratinho Jr.: 40% x 35% (13 a 5 pontos)
  • Lula x Zema: 43% x 36% (15 a 7 pontos)
  • Lula x Caiado: 42% x 35% (15 a 7 pontos)
  • Lula x Michelle Bolsonaro: 44% x 35% (12 a 9 pontos)
  • Lula x Eduardo Bolsonaro: 43% x 33% (15 a 10 pontos)
  • Lula x Eduardo Leite: 41% x 28% (23 a 13 pontos)
  • Lula x Renan Santos: 42% x 25% (sendo Renan testado pela 1ª vez)

A queda de Lula é mais acentuada entre os candidatos ligados ao agronegócio e ao liberalismo econômico – caso de Zema, Caiado e Tarcísio – e também entre bolsonaristas mais ideológicos, como Eduardo Bolsonaro e Michelle.

Rejeição mostra desgaste simultâneo da polarização

A rejeição ao presidente Lula subiu de 51% para 53%, enquanto a rejeição de oposicionistas caiu em média. Esse movimento indica que parte dos eleitores está revendo a polarização tradicional.

Entre os independentes – o grupo mais imprevisível:

  • Rejeição à família Bolsonaro: 70%, um patamar estruturalmente alto.
  • Rejeição a Lula: sobe de 54% para 64%.

A dinâmica sugere que a polarização não está mobilizando como antes e que o espaço para candidaturas alternativas cresceu significativamente.

  • 41% preferem que nem Lula nem Bolsonaro vençam em 2026

Questionados sobre o “resultado ideal” da eleição:

  • 24% querem uma vitória nem-nem, isto é, nem Lula nem Bolsonaro.
  • 17% preferem alguém de fora da política.

Somados, 41% rejeitam explicitamente a continuidade da polarização – o maior índice desde 2022.

Eleitorado rejeita novas candidaturas de Lula e Bolsonaro

Lula

  • 59% dizem que ele não deve ser candidato
  • 38% defendem a candidatura

Bolsonaro

  • 67% dizem que ele deve abrir mão e apoiar outro
  • 26% defendem que mantenha a candidatura, ainda que inelegível

Metodologia

A pesquisa Quaest/Genial foi realizada entre 6 e 9 de novembro de 2025, com 2.004 entrevistas presenciadas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%.

/Congresso em Foco

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