Banner-728x90px-Alagoas-Inteligente_2
1017
4 de março de 2026
Folha de Alagoas
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO
Sem resultados
Exibir todos os resultados
4 de março de 2026
Folha de Alagoas
Sem resultados
Exibir todos os resultados
CÂMARA 1 - 728x90 (1)
CÂMARA 2 - 728x90 (1)
Redação

Redação

Filho de Bolsonaro reclama do tempo de visita, “apenas 30 minutos”

25 de novembro de 2025
0
Filho de Bolsonaro reclama do tempo de visita, “apenas 30 minutos”

Valter Campanato/Agência Brasil

Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

Apontado pela família como porta-voz do pai, Jair Bolsonaro, preso preventivamente desde sábado, o senador Flávio Bolsonaro criticou o tempo de visita autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Pelas redes sociais, o político disse que os encontros com o parente “ficaram ainda mais restritos” agora que ele foi levado para a Superintendência da Polícia Federal.

Em despacho neste domingo, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a visita de Flávio e outros dois filhos do ex-presidente, Carlos e Jair Renan — mas um de cada vez e por até 30 minutos. Além disso, os visitantes estão “expressamente proibidos” de utilizar celulares, tirar fotos ou gravar imagens no encontro, conforme a decisão do magistrado.

Moraes citou em sua decisão uma portaria da Polícia Federal que disciplina a realização de visitas a detentos. Pela norma, “(as visitas) ocorrerão às terças-feiras e quintas-feiras, das 9h às 11h, com duração de 30 (trinta) minutos, com limitação de 2 (dois) familiares por dia de visita”.

“As crueldades não têm limites”, escreveu Flávio, nas redes sociais. “Apenas 30 de minutos de conversa. Esse tipo de limitação é uma faca no peito para um pai e para um filho. Mas vamos superar”.

Na postagem, o senador compartilhou também, em vídeo, suas declarações na entrevista coletiva concedida após reunião de emergência convocada na sede do PL. Ele argumentou que as visitas são “importantes” — e meia hora seria pouco — para ver “com os próprios olhos” como está a saúde do pai e receber “quaisquer orientações que sejam importantes”.

Após a prisão do pai, Flávio afirmou que o “objetivo único” da oposição agora é aprovar a anistia aos condenados e investigados pelos atos do 8 de Janeiro.

No encontro do PL, dirigentes e parlamentares acertaram apoiar a tramitação do projeto que reduz penas — relatado por Paulinho da Força (Solidariedade-SP) — como forma de manter o tema vivo e, em paralelo, e tentar alterá-lo em plenário, para ressuscitar a anistia total. Estiveram presentes nomes como Nikolas Ferreira, Altineu Cortês, Sóstenes Cavalcante, Rogério Marinho e Carlos Portinho.

A estratégia, porém, tem poucas chances de prosperar: o destaque dependeria de um apoio muito superior ao tamanho da bancada bolsonarista, que soma pouco mais de noventa deputados.

A movimentação representa uma mudança de posição do PL, que até a semana passada sustentava publicamente que a anistia ampla era a única alternativa. Agora, parte da bancada avalia que apoiar a dosimetria garante uma reação política imediata à prisão do ex-presidente e reabre margem de negociação com o Centrão.

Líderes desses partidos, porém, afirmam que não há ambiente para votar qualquer proposta relacionada ao 8 de Janeiro. O assunto será levado à reunião de líderes desta terça-feira, e o presidente da Câmara, Hugo Motta, só deve pautar a matéria se houver consenso — o que não ocorreu nas últimas semanas.

O texto de redução de penas também alcançaria Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão, e poderia diminuir a pena em pelo menos sete anos.

Embora a manifestação de Arthur Lira (PP-AL) em defesa de Bolsonaro tenha animado parte da oposição no sábado, aliados do presidente da Câmara classificam o gesto como simbólico e avaliam que a pauta segue travada.

Paulinho da Força afirmou no fim de semana que a prisão poderia acelerar a votação, mas seu entorno já descarta que o projeto avance esta semana diante da resistência do Centrão.

Flávio como porta-voz do bolsonarismo

Após a prisão de Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foram cotados como possíveis porta-vozes do ex-presidente. Na reunião de segunda, o senador foi escolhido como o intermediador do pai.

Durante a coletiva, ele reforçou que a saúde do pai está fragilizada e que a família deseja sua recondução para a prisão domiciliar, o que foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes após a tentativa de danificar a tornozeleira eletrônica.

A decisão de Moraes que levou Bolsonaro à custódia cita uma convocação feita por Flávio para uma vigília que ocorreria no sábado. Na argumentação do ministro, o ex-mandatário teria tentado romper a tornozeleira para fugir. Flávio negou intenção de fuga do pai e reiterou a versão da defesa, de que Bolsonaro estaria em surto.

— Quando vazam o vídeo dele com som, é um consenso de que a voz estava alterada e arrastada. Quando vem o laudo médico comprovando quais remédios ele tinha tomado, Alexandre de Moraes vira um negacionista da ciência — afirmou o senador.

Neste domingo, em audiência de custódia que manteve sua prisão, Bolsonaro disse ter tomado sertralina e pregabalina, o que foi confirmado por sua equipe médica em seguida.

/O Globo

Você também pode gostar desses conteúdos

Alcolumbre anula votação de quebra de sigilo de Lulinha por CPMI do INSS
Política

Alcolumbre anula votação de quebra de sigilo de Lulinha por CPMI do INSS

por Redação
3 de março de 2026
Banco Master: Nikolas fez campanha para Bolsonaro no jatinho de Vorcaro
Política

Banco Master: Nikolas fez campanha para Bolsonaro no jatinho de Vorcaro

por Redação
3 de março de 2026
Lula nomeia para Itaipu Binacional ex-deputado condenado por improbidade
Política

Lula nomeia para Itaipu Binacional ex-deputado condenado por improbidade

por Redação
2 de março de 2026
Em carta, Bolsonaro pede que Michelle “entre” na política após março
Política

Em carta, Bolsonaro pede que Michelle “entre” na política após março

por Redação
2 de março de 2026
Prefeitura de Pilar sanciona lei que garante reajuste acima do piso nacional para professores
Política

Prefeitura de Pilar sanciona lei que garante reajuste acima do piso nacional para professores

por Redação
27 de fevereiro de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

banner-site
banner-site
Próximo Post
Operação em Ibateguara apreende armas de fogo, munições e aves silvestres

Operação em Ibateguara apreende armas de fogo, munições e aves silvestres

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

7 de agosto de 2025
Vereador acusa Henrique Chicão de usar hospital para se eleger deputado

Vereador acusa Henrique Chicão de usar hospital para se eleger deputado

7 de agosto de 2025

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Política

Alcolumbre anula votação de quebra de sigilo de Lulinha por CPMI do INSS

3 de março de 2026
Geral

Projeto propõe autorizar profissionais da educação a consumir merenda escolar

3 de março de 2026
Geral

Vigilância Sanitária interdita estabelecimentos no Jacintinho e Farol

3 de março de 2026

REDAÇÃO

(82) 98898-7444

folhadealagoas@gmail.com

ARQUIVOS

Disponível no Google Play

© 2021 | Folha de Alagoas.

Sem resultados
Exibir todos os resultados
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO

© 2021 | Folha de Alagoas.

Utilizamos cookies essenciais e outras tecnologias semelhantes, ao continuar navegando, você concorda essas e outras condições de nossa Política de Privacidade e Cookies.