Em março, um total de 496.839 famílias em todos os 102 municípios de Alagoas estão contempladas com o Bolsa Família. Para isso, o investimento do Governo do Brasil no estado supera R$ 342,8 milhões. O valor garante um benefício médio de R$ 690,89. O cronograma de pagamentos tem início nesta quarta-feira, 18 de março, e segue até o dia 31, de acordo com o final do Número de Identificação Social – NIS (confira abaixo).
PRIMEIRA INFÂNCIA – No pacote de benefícios incluídos na retomada do programa desde 2023, 225,1 mil crianças de zero a seis anos recebem o Benefício Primeira Infância em Alagoas. Isso significa um adicional de R$ 150 destinado a cada integrante dessa faixa etária na composição familiar. O investimento para assegurar esse repasse no estado é de R$ 32,6 milhões.
COMPLEMENTARES — O Bolsa Família prevê outros benefícios complementares, no valor adicional de R$ 50, que chegam a 20,3 mil gestantes, 11,6 mil nutrizes e 354 mil crianças e adolescentes de sete a 18 anos no estado. Para esses pagamentos, o investimento supera R$ 18,3 milhões.
ESPECÍFICOS — Neste mês, o Bolsa Família alcança em Alagoas, em seu grupo prioritário e específico, 2,5 mil famílias com pessoas em situação de rua, 5 mil com pessoas indígenas, 9 mil com quilombolas, 80 com crianças em situação de trabalho infantil, 1,4 mil com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo e 9 mil com catadores de material reciclável.
MUNICÍPIOS — Maceió é o município com maior número de beneficiários em Alagoas neste mês, com 99,5 mil famílias atendidas. Na sequência das cidades com maior número de famílias atendidas estão Arapiraca (28.478), Palmeira dos Índios (13.789), Penedo (12.163) e Rio Largo (11.779).
VALOR MÉDIO — São José da Laje é o município alagoano com maior valor médio de benefício: R$ 733,24 neste mês. Em seguida aparecem Inhapi (R$ 718,60), Canapi (R$ 718,27), Barra de Santo Antônio (R$ 717,94) e São José da Tapera (R$ 714,47).
NACIONAL – Em todo o país, neste mês, serão 18,73 milhões de famílias atendidas pelo Bolsa Família nos 5.570 municípios, com valor médio de benefício de R$ 683,75. O investimento do Governo do Brasil no programa de transferência de renda é de R$ 12,76 bilhões em março.
ENFRENTAMENTO A DESASTRES – Dentro das ações de enfrentamento a desastres previstas no programa de transferência de renda para situações como secas, enchentes, inundações e eventos climáticos extremos, 171 municípios recebem o pagamento de maneira unificada, no primeiro dia do calendário. Com isso, mais de 381 mil famílias que vivem em cidades em estado de emergência ou calamidade pública reconhecidos pelo Governo do Brasil poderão movimentar o recurso a partir desta quarta-feira.
Os beneficiários contemplados estão distribuídos em nove estados que enfrentam dificuldades em decorrência de eventos climáticos extremos. São eles: Piauí, Amazonas, Roraima, Rio Grande do Norte, Sergipe, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Bahia.
PRIMEIRA INFÂNCIA — No pacote de benefícios incluídos na retomada do programa desde 2023, 8,28 milhões de crianças de zero a seis anos recebem neste mês o Benefício Primeira Infância. Isso significa um adicional de R$ 150 destinado a cada integrante dessa faixa etária na composição familiar. O investimento é de R$ 1,18 bilhão.
COMPLEMENTARES — O Bolsa Família também prevê outros benefícios complementares, no valor adicional de R$ 50, que chegam a 13,8 milhões de crianças e adolescentes de sete a 18 anos, além de 650,6 mil gestantes e 347,3 mil nutrizes. Para esses pagamentos, o investimento supera R$ 692,6 milhões.
ESPECÍFICOS — Neste mês, o Bolsa Família alcança, em seu grupo prioritário e específico, 266,7 mil famílias com pessoas em situação de rua, 250,8 mil com pessoas indígenas, 294,4 mil com quilombolas, 3,4 mil com crianças em situação de trabalho infantil, 56,4 mil com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo e 408,7 mil com catadores de material reciclável.
PERFIL — Como costuma ocorrer no Bolsa Família, 84,14% dos responsáveis familiares são mulheres: 15,7 milhões. As pessoas de cor preta/parda representam a predominância entre os beneficiários e somam 35,8 milhões (73,3%).
PROTEÇÃO — Outra criação da nova versão do Bolsa Família, a Regra de Proteção permite aos beneficiários permanecerem no programa por até um ano, mesmo depois de conseguirem emprego com carteira assinada ou aumento de renda. Nesse caso, a família recebe 50% do valor. Esse parâmetro atinge, em março, 2,35 milhões de famílias.
REGIÕES — No recorte por regiões, o Nordeste reúne o maior número de contemplados em março. São 8,76 milhões de beneficiários, a partir de um investimento de R$ 5,93 bilhões. Na sequência aparece a região Sudeste (5,3 milhões de famílias e R$ 3,56 bilhões em repasses), seguida por Norte (2,42 milhões de famílias e R$ 1,73 bilhão), Sul (1,26 milhão de beneficiários e R$ 854,1 milhões) e Centro-Oeste (977,3 mil famílias e R$ 675,3 milhões).
ESTADOS — Na divisão por unidades federativas, o maior número de contemplados em março está na Bahia. São 2,33 milhões de famílias beneficiárias no estado, a partir de um aporte de R$ 1,56 bilhão. São Paulo aparece na sequência, com 2,2 milhões de contemplados. Em outros 6 estados há mais de um milhão de integrantes do programa: Pernambuco (1,46 milhão), Minas Gerais (1,41 milhão), Rio de Janeiro (1,4 milhão), Ceará (1,34 milhão), Pará (1,25 milhão) e Maranhão (1,15 milhão).
VALOR MÉDIO NOS ESTADOS — Roraima é o estado com maior valor médio de repasse aos beneficiários em março: R$ 751,82. Amazonas (R$ 740,51), Acre (R$ 728,59), Amapá (R$ 726,79), Pará (R$ 705,93) e Maranhão (R$ 702,44) completam a lista das seis maiores médias.
/Secom Gov














