Banner-728x90px-Alagoas-Inteligente_2
1017
27 de fevereiro de 2026
Folha de Alagoas
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO
Sem resultados
Exibir todos os resultados
27 de fevereiro de 2026
Folha de Alagoas
Sem resultados
Exibir todos os resultados
CÂMARA 1 - 728x90 (1)
CÂMARA 2 - 728x90 (1)
Redação

Redação

Temer admite pedido de “auxílio formal” à Odebrecht

26 de fevereiro de 2017
0

Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

Em nota enviada à imprensa nesta sexta-feira (24), o Palácio do Planalto informou que o presidente Michel Temer pediu, sim, ajuda à Odebrecht para a campanha eleitoral à Presidência da República de 2014. Entretanto, ressalta que a doação foi “formal e oficial”. No texto, a equipe do presidente destaca que Temer não autorizou “que nada fosse feito sem amparo nas regras da Lei Eleitoral”.

Ainda com informações do comunicado, a empreiteira doou R$ 11,3 milhões ao PMDB, valor que foi declarado na prestação de contas do partido. A manifestação do presidente é uma resposta a reportagens publicadas nesta quinta-feira (23), segundo as quais o ex-assessor especial da Presidência José Yunes relata o recebimento de um pacote a pedido do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. Segundo Yunes, o montante foi entregue pelo doleiro Lúcio Funaro, operador do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). “Contei tudo ao presidente em 2014. O meu amigo [Temer] sabe que é verdade isso”, afirmou o ex-assessor especial de Temer à coluna.

“Quando presidente do PMDB, Michel Temer pediu auxílio formal e oficial à Construtora Norberto Odebrecht. Não autorizou, nem solicitou que nada fosse feito sem amparo nas regras da Lei Eleitoral. A Odebrecht doou R$ 11,3 milhões ao PMDB em 2014. Tudo declarado na prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral. É essa a única e exclusiva participação do presidente no episódio”, afirma a nota.

Ainda de acordo com Yunes, o presidente não falou com Padilha sobre o assunto e teria reagido com serenidade ao tomar conhecimento do fato. “Eu decidi contar tudo a ele [Temer] porque, em 2014, quando aconteceu o episódio, eu entrei no Google e vi quem era o Funaro, fiquei espantado com o currículo dele”, justificou o advogado.

Em delação premiada ao Ministério Público, Claudio Melo disse que enviou dinheiro vivo ao escritório de Yunes, a pedido de Padilha, e afirmou ter acertado repasse de R$ 10 milhões ao PMDB. Desse total, R$ 4 milhões ficariam sob responsabilidade de Padilha. O ex-diretor da empreiteira contou que um dos pagamentos foi feito na sede do escritório de advocacia de Yunes, no Jardim Europa, em São Paulo.

“Lamaçal”

Em entrevista aos jornalistas Ricardo Boechat e Mônica Bergamo, na BandNews, Yunes disse que está disposto a fazer acareação com Cláudio Melo e com o próprio Padilha. “Eu deixei bem claro à Procuradoria que eu quero apuração rigorosa dos fatos”. O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, tirou licença do governo, nessa quinta-feira (23), alegando problemas de saúde. Ele deve fazer uma cirurgia em Porto Alegre, onde tem residência, neste fim de semana para retirar a próstata. Ele reiterou que não sabe o que havia dentro do pacote.

Yunes, que era assessor especial do presidente pediu demissão no dia 12 de dezembro de 2016, após ser citado em delação do ex-executivo da Odebrecht.  Por meio de uma carta, ele disse que seu nome foi jogado no “lamaçal de abjeta delação”, que “foi enxovalhado por irresponsáveis denúncias” e criticou a “fantasiosa alegação, pela qual teria eu recebido parcela de recursos financeiros em espécie”.

Fonte: Congresso em Foco com informações da Agência Brasil

Você também pode gostar desses conteúdos

Fiscalização garante remanejamento de permissionários durante reforma do Mercado de Jaraguá
Política

Fiscalização garante remanejamento de permissionários durante reforma do Mercado de Jaraguá

por Redação
27 de fevereiro de 2026
PF afasta Eduardo Bolsonaro do cargo por faltas e cobra arma
Política

PF afasta Eduardo Bolsonaro do cargo por faltas e cobra arma

por Redação
27 de fevereiro de 2026
Eleições polarizadas: direita oferece várias opções, esquerda foca em Lula
Política

TSE analisa nesta quinta-feira (26) normas para eleições 2026

por Redação
26 de fevereiro de 2026
Câmara avança nas tratativas para garantir aposentadoria a professores lotados na Semed
Política

Câmara avança nas tratativas para garantir aposentadoria a professores lotados na Semed

por Redação
26 de fevereiro de 2026
Oposição apresenta pedido de impeachment contra 16 ministros de Lula
Política

Oposição apresenta pedido de impeachment contra 16 ministros de Lula

por Redação
26 de fevereiro de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

banner-site
banner-site
Próximo Post

Capital e interior: veja o funcionamento do comércio e shoppings no carnaval

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

7 de agosto de 2025
Vereador acusa Henrique Chicão de usar hospital para se eleger deputado

Vereador acusa Henrique Chicão de usar hospital para se eleger deputado

7 de agosto de 2025

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Geral

TSE aprova 7 regras para eleições de 2026 e agenda novas análises

27 de fevereiro de 2026
Sem categoria

Polícia Civil prende mulher em flagrante por maus-tratos e abandono de incapaz em Novo Lino

27 de fevereiro de 2026
Política

Fiscalização garante remanejamento de permissionários durante reforma do Mercado de Jaraguá

27 de fevereiro de 2026

REDAÇÃO

(82) 98898-7444

folhadealagoas@gmail.com

ARQUIVOS

Disponível no Google Play

© 2021 | Folha de Alagoas.

Sem resultados
Exibir todos os resultados
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO

© 2021 | Folha de Alagoas.

Utilizamos cookies essenciais e outras tecnologias semelhantes, ao continuar navegando, você concorda essas e outras condições de nossa Política de Privacidade e Cookies.