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Bolsonaro: Soleimani ‘não era general’ e que impacto no preço do petróleo ‘não foi grande’

6 de janeiro de 2020
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Após motociata, Bolsonaro defende tratamento precoce e ignora vacina

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O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (6) que a tendência do preço do combustível no Brasil é se estabilizar, mesmo com a tensão no Oriente Médio entre Estados Unidos e Irã.

Na noite da quinta-feira (2), um ataque norte-americano nas proximidades do aeroporto de Bagdá, no Iraque, matou o general iraniano Qassem Soleimani. O governo do Irã prometeu retaliação e, em meio à escalada da tensão, o preço do barril do petróleo teve forte alta na semana passada. Irã e Iraque estão entre os maiores produtores do mundo.

De acordo com Bolsonaro, os preços caíram desde a alta inicial e, na opinião do presidente, o impacto do ataque no mercado de petróleo não foi grande.

Na manhã desta segunda-feira (6), os contratos futuros do petróleo operavam em alta de mais de 1%. O Brent, referência internacional para o petróleo, chegou a US$ 70 o barril. Na sexta-feira, a alta tinha sido de mais de 3%.

Bolsonaro deve fazer reunião para discutir impacto da crise EUA x Irã no combustível

Bolsonaro também disse que Soleimani “não era general”. O governo dos Estados Unidos, ao qual o governo brasileiro é alinhado, chama Soleimani de terrorista.

O governo tem reuniões ao longo desta segunda para tratar de eventuais impactos da crise sobre o preço dos combustíveis no Brasil. Bolsonaro deve participar de algumas dessas conversas.

Na sexta-feira (3), após os ataques dos EUA, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro divulgou uma nota em que disse que apoia a “luta contra o flagelo do terrorismo”.

Bolsonaro disse na saída do palácio que o conteúdo da nota do Itamaraty passou pela avaliação dele e que seu posicionamento, como presidente, não é “muito destoante” do divulgado pelo ministério.

“Nós não aceitamos o terrorismo. Não interessa o lugar do mundo em que ele venha a acontecer”, afirmou Bolsonaro.

O presidente disse ainda que o Brasil vai entregar para o país de origem qualquer terrorista estrangeiro que estiver em território nacional. Ele citou como terroristas o italiano Cesare Battisti e médicos cubanos do programa Mais Médicos.

“Se tiver qualquer terrorista no Brasil, a gente entrega. É por aí. Assim como entregamos o Battisti. Entregamos não, o Battisti viu que ia eu ia entregá-lo e fugiu. Assim como os cubanos médicos, entre aspas, saíram antes de eu assumir. Sabiam que eu ia pegar os caras. Um montão de terrorista no meio deles”, completou Bolsonaro.

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