Banner-728x90px-Alagoas-Inteligente_2
1017
20 de junho de 2026
Folha de Alagoas
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO
Sem resultados
Exibir todos os resultados
20 de junho de 2026
Folha de Alagoas
Sem resultados
Exibir todos os resultados
CÂMARA 1 - 728x90 (1)
CÂMARA 2 - 728x90 (1)
Redação

Redação

Câmara reinstala comissão que discute a PEC da segunda instância, após pausa pela pandemia

15 de abril de 2021
0

Agências

Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

A Câmara reinstalou nesta quinta-feira (15) a comissão especial que discute a proposta de emenda à Constituição (PEC) da segunda instância. Os trabalhos da comissão haviam sido interrompidos em razão da pandemia de Covid-19.

Na volta dos trabalho, o colegiado elegeu um novo presidente, o deputado Aliel Machado (PSB-PR).

Atualmente, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), um condenado só começa a cumprir a pena de prisão após o chamado trânsito em julgado da sentença (ou seja, depois de esgotadas todas as possibilidades de recurso).

A PEC determina que o réu poderá ser preso ainda que restem recursos pendentes ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao próprio STF.

Entenda o texto
O texto original da PEC modificava os artigos 102 e 105 da Constituição, acabando com o recurso extraordinário apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e com o recurso especial, ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Uma eventual apelação ao STJ e ao STF somente seria possível por meio de novas ações, chamadas ações revisionais, independentes do processo original que levou à condenação.

O relator, deputado Fábio Trad (PSD-MS), no entanto, modificou a proposta original a fim de agilizar a aprovação do texto.

A mudança proposta por Trad mantém os recursos extraordinários e especiais, mas a execução da pena torna-se obrigatória após decisão de segundo grau.

Na prática, isso faria com que o réu pudesse recorrer até a segunda instância (tribunais de Justiça dos estados e tribunais regionais federais) e, depois disso, o processo seria considerado transitado em julgado (ainda que restem recursos pendentes).

Se os recursos aos tribunais superiores tiverem “plausibilidade jurídica”, o juiz que analisar a apelação poderá suspender a execução da decisão da segunda instância, permitindo que o condenado aguarde o julgamento do recurso em liberdade.

O relator decidiu modificar a proposta após sugestões de especialistas ouvidos em audiências na Câmara, incluindo o ex-ministro e ex-presidente do STF Cezar Peluso.

Segundo Trad, a modificação visa dar agilidade na implementação da norma, uma vez que, mantidos os recursos revisionais, como na proposta original, seria necessário aprovar uma nova lei para regulamentá-los, o que atrasaria o processo de implementação da regra.

O texto já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em novembro de 2019 e agora precisa do aval da comissão especial para seguir ao plenário da Casa.

 

G1

Você também pode gostar desses conteúdos

Censura da censura: Justiça obriga Folha de Alagoas a excluir matérias sobre ações de JHC
Política

Censura da censura: Justiça obriga Folha de Alagoas a excluir matérias sobre ações de JHC

por Redação
19 de junho de 2026
Lei de vereadora garante carteira de identificação para pessoas com câncer em Maceió
Política

Lei de vereadora garante carteira de identificação para pessoas com câncer em Maceió

por Redação
19 de junho de 2026
Move Brasil amplia oportunidades para trabalhadores conquistarem veículo próprio, destaca vereador
Política

Move Brasil amplia oportunidades para trabalhadores conquistarem veículo próprio, destaca vereador

por Redação
19 de junho de 2026
Lei de Teca Nelma reconhece Xangô Rezado Alto como patrimônio cultural de Maceió
Política

Lei de Teca Nelma reconhece Xangô Rezado Alto como patrimônio cultural de Maceió

por Redação
19 de junho de 2026
PGR pede ao STF que caso da Abin paralela vá à 1ª instância
Política

PGR pede ao STF que caso da Abin paralela vá à 1ª instância

por Redação
19 de junho de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

banner-site
banner-site
Próximo Post
Previne Maceió: equipes realizam intervenções emergenciais

Previne Maceió: equipes realizam intervenções emergenciais

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

7 de agosto de 2025
Vereador acusa Henrique Chicão de usar hospital para se eleger deputado

Vereador acusa Henrique Chicão de usar hospital para se eleger deputado

7 de agosto de 2025

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Geral

Governo cria política nacional para estudantes com altas habilidades

20 de junho de 2026
Sem categoria

Procon na Rua leva atendimento e orientação aos consumidores de Santa Luzia do Norte

20 de junho de 2026
Geral

Turismo de aventura tem regras estabelecidas; falta fiscalização

20 de junho de 2026

REDAÇÃO

(82) 98898-7444

folhadealagoas@gmail.com

ARQUIVOS

Disponível no Google Play

© 2021 | Folha de Alagoas.

Sem resultados
Exibir todos os resultados
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO

© 2021 | Folha de Alagoas.

Utilizamos cookies essenciais e outras tecnologias semelhantes, ao continuar navegando, você concorda essas e outras condições de nossa Política de Privacidade e Cookies.