Banner-728x90px-Alagoas-Inteligente_2
1017
21 de setembro de 2026
Folha de Alagoas
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO
Sem resultados
Exibir todos os resultados
21 de setembro de 2026
Folha de Alagoas
Sem resultados
Exibir todos os resultados
CÂMARA 1 - 728x90 (1)
CÂMARA 2 - 728x90 (1)
Redação

Redação

Alvos da PF, madeireiras beneficiadas por medidas de Salles estão entre as maiores do País

20 de maio de 2021
0
Alvos da PF, madeireiras beneficiadas por medidas de Salles estão entre as maiores do País
Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

A atuação ilegal na exportação de madeira não é negócio para pequenos empresários. As madeireiras que são alvos da Operação Akuanduba, deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira, 19, estão entre aquelas que mais realizaram transações internacionais em todo mercado nacional.

A reportagem teve acesso a uma nota técnica do Ibama elaborada em agosto do ano passado, que traça um panorama nacional envolvendo o uso do Documento de Origem Florestal (DOF) em exportações. Esse documento é aquele que, desde fevereiro do ano passado, passou a ser o único utilizado pelas madeireiras para vender produtos a outros países, a partir de uma mudança nas regras publicada pelo presidente do Ibama, Eduardo Fortunato Bim.

A alteração acabou com a necessidade de emitir uma autorização específica de exportação. Desde ontem, porém, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, a autorização de exportação voltou a ser exigida das empresas.

O levantamento do Ibama, que reúne dados oficiais registrados Ibama entre 2007 e agosto de 2019, mostra que as duas empresas apontadas pela PF como aquelas que atuaram para liberar madeira apreendida nos Estados – a Ebata Produtos Florestais e a Tradelink Madeiras – estão entre as sete mais atuantes do Brasil.

Nos treze anos analisados, a Ebata realizou nada menos que 5.484 transações de exportação de madeira, o que faz da empresa a quarta mais ativa no ranking nacional. No mesmo período, a Tradelink fez 4.781 transações de exportação. Os dados históricos apontam que a madeireira que mais atua com exportações é a Mil Madeiras Preciosas, localizada em Itacoatiara, no Estado do Amazonas, com 12.705 transações entre 2007 e 2019. Esses dados referem-se a operações formais, ou seja, aquelas que foram devidamente informadas ao Ibama.

O mapeamento revela ainda que há uma forte concentração das exportações em poucas empresas do setor. O número total de madeireiras que realizaram alguma operação com outro país no período analisado chegou a 895 empresas. Deste total, porém, apenas 50 madeireiras foram responsáveis por quase metade de todas as transações históricas.

Como mostrou o Estadão, os sócios da Tradelink Madeiras, David Pereira Serfaty e o inglês Leon Robert Weich administram uma empresa que já se envolveu em problemas com a Justiça brasileira. Venda de madeira ilegal, falsificação de informações ambientais e exploração de trabalho escravo são alguns delas. As autuações à empresa, apontada como beneficiada por decisões do Ibama e do ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, ultrapassam R$ 7 milhões, segundo a Polícia Federal.

A reportagem entrou em contato com a empresa. De acordo com informação da Tradelink, Leon Robert Weich é desconhecido ali, na unidade de Ananindeua, apesar de ter seu nome listado na relação societária. David Pereira Serfaty não foi localizado.

Em ofício encaminhado pela Embaixada dos Estados Unidos à PF, o adido americano, Bryan Landry relatou irregularidades encontradas no caso de importação feita pela empresa Tradelink Madeiras, que tem sua base no município de Ananindeua, no Pará, com destino à sua representação Tradelink Wood Products Inc, sediada em Carolina do Norte (EUA).

Bryan Landry conta que, em 10 de janeiro de 2020, o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos Estados Unidos (FWS), órgão de controle ambiental americano e que atua como o Ibama no Brasil, deteve para inspeção três contêineres de madeira exportados do Brasil. O material seguiria para o Porto de Savannah, na Geórgia. Durante a fiscalização, os americanos notaram que o material não detinha a documentação prevista que era dada pelo Ibama. Por isso, pediu confirmação ao órgão brasileiro.

Uma semana depois, o FWS recebeu uma carta do Ibama em Belém, com dados sobre o material detido e outros quatro contêineres, os quais somavam 153 mil metros cúbicos (m³) de madeira de Ipê e Jatobá. A resposta comprovava que as cargas não tinham sido analisadas pelo setor competente, que informações falsas foram inseridas no sistema oficial de controle e que a empresa exportava a madeira sem a manifestação ou autorização prévia pelo Ibama.

Estadão

Você também pode gostar desses conteúdos

Funcionários de empresa ligada à Prefeitura de Maceió são apreendidos com R$ 2 milhões em espécie
Política

Funcionários de empresa ligada à Prefeitura de Maceió são apreendidos com R$ 2 milhões em espécie

por Redação
18 de setembro de 2026
Aposentado ou pensionista que votar não precisará fazer Prova de Vida
Política

Aposentado ou pensionista que votar não precisará fazer Prova de Vida

por Redação
18 de setembro de 2026
Vorcaro bancou hospedagem em mansão para ministro “KN” em 2025
Política

Vorcaro bancou hospedagem em mansão para ministro “KN” em 2025

por Redação
18 de setembro de 2026
Lei proíbe prisão de candidatos e eleitores durante período de votação
Política

Lei proíbe prisão de candidatos e eleitores durante período de votação

por Redação
18 de setembro de 2026
Coordenadora de programa da prefeitura é denunciada por ofertar benefícios para captação de votos para JHC
Política

Coordenadora de programa da prefeitura é denunciada por ofertar benefícios para captação de votos para JHC

por Redação
18 de setembro de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

banner-site
banner-site
Próximo Post
Edição nº 92 – 15 a 21 de Janeiro de 2021

Edição nº 97 - 21 a 27 de Maio de 2021

Cinco primos de JHC dividem R$ 2,6 milhões na folha de Maceió e bateram no teto salarial 26 vezes

Cinco primos de JHC dividem R$ 2,6 milhões na folha de Maceió e bateram no teto salarial 26 vezes

9 de setembro de 2026
Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

7 de agosto de 2025

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Sem categoria

Médica denuncia recusa de encaminhamento de recém-nascido na Santa Casa de Penedo

19 de setembro de 2026
Sem categoria

Ataques homofóbicos contra desembargadora Natália França expõem silêncio da OAB-AL

19 de setembro de 2026
Política

Funcionários de empresa ligada à Prefeitura de Maceió são apreendidos com R$ 2 milhões em espécie

18 de setembro de 2026

REDAÇÃO

(82) 98898-7444

folhadealagoas@gmail.com

ARQUIVOS

Disponível no Google Play

© 2021 | Folha de Alagoas.

Sem resultados
Exibir todos os resultados
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO

© 2021 | Folha de Alagoas.

Utilizamos cookies essenciais e outras tecnologias semelhantes, ao continuar navegando, você concorda essas e outras condições de nossa Política de Privacidade e Cookies.