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Em Alagoas, 13,8% dos estudantes já se sentiram humilhados pela aparência do rosto

11 de setembro de 2021
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Em Alagoas, 13,8% dos estudantes já se sentiram humilhados pela aparência do rosto
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Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (10) pelo IBGE revelou que, entre os estudantes alagoanos que se sentiram humilhados por provocações de colegas de escola, 13,8% citou a aparência do rosto como motivo ou causa da humilhação, colocando o estado na primeira posição desse indicador entre todas as unidades da federação.

Pernambuco e São Paulo surgiram logo atrás, ambos estados com 13,6%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) e foram coletados em todo o Brasil no ano de 2019 junto aos estudantes de 13 a 17 anos.

Em Alagoas, a amostra da pesquisa coletou 4.824 questionários válidos em dependências administrativas públicas ou privadas, contemplando 145 escolas e 198 turmas em um universo de 6.018 alunos matriculados, dos quais 5.719 eram frequentes.

De um modo geral, o estudo mostrou que 58,8% dos escolares alagoanos entre 13 e 17 anos disseram que não se sentiram humilhados por provocações de colegas de escola nos 30 dias anteriores à pesquisa, enquanto 22,5% apontaram a frequência de duas ou mais vezes e 17,6% apenas uma vez.

Em relação ao motivo/causa da humilhação, 16,1% citou a aparência do corpo, 13,8% a aparência do rosto, 6,5% a cor ou raça, 3,3% a orientação sexual, 2,8% a religião e 0,6% a região de origem.

Outros motivos/causas corresponderam à maior fatia; 55,2%. Além do destaque para o critério da aparência no rosto, Alagoas figurou com a quarta maior taxa nos motivos/causas de cor ou raça e orientação sexual.

“Tratam-se de indicadores que podem ser levados em consideração por gestores e responsáveis pelos escolares principalmente nesse cenário de retorno gradual às aulas presenciais. É o retrato mais recente e completo que temos para os escolares do estado a respeito de fatores de risco e proteção à saúde dos adolescentes”, comentou o coordenador técnico do IBGE em Alagoas, Alcimar Trancoso.

Os dados da PeNSE sugerem ainda que 15,4% dos escolares alagoanos relataram que algum de seus colegas deixou de lhe falar por duas ou mais vezes nos 30 dias anteriores à entrevista, representando a segunda maior taxa do país nesse indicador, atrás somente do Amapá (15,9%).

Outros 17,6% dos escolares disseram que o episódio ocorreu apenas uma vez e 66,2% citaram nenhuma vez. A frequência de duas ou mais vezes é maior entre as mulheres (18,7%) que entre os homens (12,1%) e mais acentuada no ensino público (15,9%) em relação ao sistema privado (12,9%).

O cenário é diferente em relação às agressões físicas. Entre os homens, 8,2% relataram ter sido agredidos fisicamente por duas ou mais vezes, enquanto a taxa observada entre as mulheres foi de 3,8%. Em relação ao sistema de ensino, o privado (6,6%) apresentou registro maior que o público (5,9%).

Bullying
É mais praticado por homens e no ensino privado. A PeNSE também estudou o comportamento dos estudantes em relação a quem pratica o bullying.

Em Alagoas, 13,1% dos homens afirmaram que esculacharam, zombaram, mangaram, intimidaram ou caçoaram algum colega de escola tanto que ele (a) ficou magoado (a), aborrecido (a), ofendido (a) ou humilhado (a).

O percentual entre as mulheres foi de 10%. O ensino privado registrou taxa maior (14,2%) em relação às dependências públicas (11%).

No ambiente virtual – redes sociais ou aplicativo de celular -, 14,6% das mulheres disseram ter se sentido ameaçadas, ofendidas ou humilhadas, percentual acima do observado para os homens (11,2%).

Os resultados ficaram próximos entre os ambientes público (12,9%) e privado (12,7%).

Divulgação IBGE

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