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Infectologista explica diferença da dengue clássica, alarmante e grave

18 de março de 2024
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Infectologista explica diferença da dengue clássica, alarmante e grave

Foto: Carla Cleto - Ascom Sesau

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A elevação do número de casos de dengue em todo o Brasil acende o alerta para a população e é importante que todos estejam atentos aos sinais que a doença costuma apresentar. Com o objetivo de levar informações claras e seguras aos alagoanos, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) chama a atenção para a diferença entre a dengue clássica, a com sinais de alarme e a forma grave, chamada anteriormente de dengue hemorrágica.

O chefe de Gabinete de Combate às Doenças Infectocontagiosas da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), médico infectologista Renee Oliveira, esclareceu que a infecção por dengue causa uma doença cujo espectro vai desde infecções assintomáticas a até quadros de hemorragia e choque, podendo evoluir para a morte do paciente infectado. “Por isso, é muito importante ter atenção e observar os sintomas desde o início da infecção”, alertou o especialista.

Dengue clássica 

O infectologista da Sesau explicou que a febre, geralmente alta (39°C a 40°C), é a primeira manifestação da chamada dengue clássica. Além disso, o infectado costuma apresentar dores de cabeça, prostração, dores musculares, nas juntas, atrás dos olhos, diarreia e vermelhidão no corpo. Esses são os sintomas que caracterizam a versão clássica da doença.

“Os sintomas costumam durar de três a sete dias, mas tudo vai depender da reação do corpo da pessoa contra a infecção. Essa é a forma mais comum de dengue. Em uma amostra com 20 pacientes, por exemplo, 19 tendem a desenvolver essa versão mais leve da doença. De todo modo, é importante ficar atento aos sintomas para ter um tratamento adequado”, orientou o profissional.

Dengue com sinais de alarme

Já a dengue com sinais de alarme é uma espécie de forma intermediária da doença. Como o próprio nome indica, a atenção com o paciente deve ser intensificada e os sintomas costumam preceder a forma grave da doença. Nessa fase, o paciente pode sentir uma dor abdominal intensa e contínua, e vômitos persistentes. O ideal é que o paciente acometido pela infecção, nessa etapa, tenha um acompanhamento médico para evitar o agravamento do quadro clínico.

Dengue grave

Por fim, a forma grave da dengue requer um cuidado maior. Renee Oliveira explicou que a principal característica dessa forma da doença é o extravasamento capilar. “O sangue sai de dentro dos vasos e entra nos tecidos do corpo. Com isso, o paciente apresenta toda uma sintomatologia mais pesada, como hipotensão, sangramento nas mucosas, muita dor de barriga, problemas pulmonares e a pessoa pode até entrar em coma, a depender do caso. Cerca de 2% a 5% das pessoas infectadas podem apresentar essa fase da doença”, disse o infectologista da Sesau.

Portanto, todo caso que não se enquadra nas duas formas anteriores, dado o potencial de risco evidenciado, se encaixa na fase grave da doença. Cabe citar que a dengue é dinâmica e pode evoluir rapidamente de uma forma para outra. Sendo assim, um quadro de dengue clássica pode ser agravado em dois ou três dias, com o surgimento de sangramentos e sinais de alerta que apontem para uma maior gravidade.

Combate à dengue

Também é importante ressaltar que o combate ao mosquito Aedes aegypti, o transmissor da doença, é a forma mais eficaz de prevenção da dengue. A recomendação das autoridades em saúde é que a população verifique pelo menos uma vez por semana se a caixa d’água está bem tampada e se os pratos de plantas estão sem água. Recomenda-se ainda recolher e acondicionar o lixo do quintal, das calhas, bem como, cobrir as piscinas, tapar os ralos e baixar as tampas dos vasos sanitários.

“A grande maioria dos criadouros do mosquito estão dentro das casas. Então, a nossa população só precisa dedicar 10 minutos por semana para se proteger, eliminando os criadouros do Aedes aegypti. Todos nós temos que nos transformarmos em um agente de endemias para a nossa residência. Só assim, vamos conseguir vencer a dengue”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, médico Gustavo Pontes de Miranda.

Cobrir cisternas e os reservatórios de água são outras recomendações. Fazer a limpeza da bandeja externa da geladeira e da coletora de água do ar-condicionado, por exemplo, também ajuda no combate ao mosquito. Além disso, o cuidado não deve se restringir às residências, locais de água parada em escolas, estabelecimentos comerciais e nos demais locais precisam ter um cuidado especial.

/Ascom Sesau

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