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Líder criminoso cooptava terceirizados para furtar medicamentos do SUS

1 de agosto de 2024
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Líder criminoso cooptava terceirizados para furtar medicamentos do SUS

Foto: Vanessa Siqueira / Ascom SSP

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Nove pessoas foram presas na operação Overdose, desencadeada na manhã desta quinta-feira (1º), em ação integrada, coordenada pela Secretaria da Segurança Pública, contra uma organização criminosa que furtava medicamentos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde em Maceió.

Detalhes da operação foram apresentados durante coletiva na sede da SSP, no Centro da capital. De acordo com as investigações – iniciadas em março desse ano, pela Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco) da Polícia Civil, em parceria com a Polícia Militar -, funcionários de empresas terceirizadas, responsáveis pela limpeza e higienização de unidades de saúde de Maceió, integravam a organização criminosa.

Segundo o chefe-geral de Inteligência da SSP, delegado Gustavo Henrique Barros, esses trabalhadores eram cooptados por um indivíduo, que fazia a distribuição dos remédios para comercialização de forma ilegal em Alagoas e também em outros estados, como São Paulo.

“Pela facilidade de acesso que essas pessoas tinham aos locais onde estavam os medicamentos, eles aproveitavam o momento da limpeza para subtraí-los, colocando-os em sacos de lixo, o que dificultava a descoberta da ação. Em uma atividade em cadeia sincronizada, eles repassavam os fármacos para receptadores intermediários, que, por sua vez, repassavam para o líder e mentor de todo o esquema criminoso”, disse.

“Esse indivíduo tinha o papel de repassar para os receptadores finais, entre os quais havia, inclusive, proprietários de farmácias e distribuidoras de medicamentos, que comercializavam os produtos”, afirmou o delegado.

Ainda de acordo com o investigador, os prejuízos não foram totalmente mensurados em valores, mas são bastante altos. “A preferência era, especialmente, por medicamentos utilizados para o tratamento de doenças raras e graves, como as oncológicas, extremamente caros.

Para se ter uma ideia, um dos remédios custa, no mercado, R$ 20.850,00, outros, entre R$ 15.000,00 e R$ 19.000,00”, disse Gustavo Henrique. A contabilização da quantidade de materiais apreendidos ainda não foi finalizada.

Também conforme apurado pelos policiais, até o momento, não há participação de servidores públicos efetivos ou comissionados nos atos criminosos. No entanto, conforme o diretor da Dracco, delegado Igor Diego, as investigações continuam.

“A gente vem trabalhando em diversas provas, tentando identificar todos os envolvidos. Lembrando que tudo começou com pequenos furtos em hospitais. O líder da organização, ao procurar pessoas que atuavam nesses setores, começou a oferecer valores para quem conseguisse realizar as subtrações, como uma motivação para a ação delituosa”, explicou.

“Temos, nesse caso, a tipificação de furto qualificado, por receptação e, também, por organização criminosa, além do crime contra a saúde pública, que é você adquirir medicamento de estabelecimentos ou de pessoas que não têm autorização para fazer essa revenda”, informou o delegado.

Ainda segundo Igor Diego, seis dos noves presos foram pegos em flagrante, pois estavam com medicamentos em casa. Só não foram apreendidos mais produtos, porque os criminosos agiam rapidamente para distribuí-los.

“A partir de agora, iremos trabalhar para fechar os demais compromissos com o inquérito policial. Diversos aparelhos celulares foram apreendidos, e serão registrados e analisados, para a gente saber se tem mais pessoas participando do esquema”, ressaltou.

O delegado-geral da Polícia Civil, Gustavo Xavier, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Paulo Amorim, que também participaram da coletiva, enalteceram a importância do trabalho investigativo e da integração entre as forças de segurança para a sociedade, principalmente, para os pacientes e seus familiares, que tanto precisam dos medicamentos subtraídos e ficaram desabastecidos.

Em depoimento pessoal, o chefe da Inteligência da SSP reforçou a consequência social do crime. “Quem já teve problemas de câncer na família, como eu tive, sabe o quão difícil é a luta contra essa doença.”

“E essas pessoas, sem nenhum senso de humanidade, subtraíam esses medicamentos, que, muitas vezes, faltavam para aquela pessoa que está com câncer, que está ali com as doenças, precisando de tratamento. Então, considerem, especialmente por conta desse fator humanitário, que essa operação foi uma das ações mais relevantes que a Secretaria da Segurança Pública desencadeou este ano”, finalizou.

/Assessoria

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