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Caso major: ‘É preciso que se identifique e puna os responsáveis por essa fuga’, diz promotora

9 de junho de 2025
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Caso major: ‘É preciso que se identifique e puna os responsáveis por essa fuga’, diz promotora

Foto: Ascom MPAL

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O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) vai acompanhar as investigações sobre a fuga do major Pedro Silva, no último sábado (6), da Academia da Polícia Militar, no bairro do Trapiche da Barra, Maceió.

Após conseguir sair sem autorização do local, onde estava preso pelo crime de violência doméstica e familiar contra a mulher, o PM se dirigiu para a casa da família da ex-companheira, e assassinou o filho e o ex-cunhado. Ele também morreu após intervenção do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). 

Esse acompanhamento será conduzido pela promotora de Justiça Karla Padilha, titular da 62ª Promotoria de Justiça da capital, com atribuição no Controle Externo da Atividade Policial. “Nós vamos instaurar um procedimento e também acompanhar as investigações que serão realizadas pelas Polícia Civil e Militar“.

“Já estamos pedindo informações à PM, queremos as imagens das câmeras de videomonitoramento do local para poder sabermos quem estava de plantão no dia em que o major fugiu e, ainda, precisamos descobrir quem autorizou e forneceu o aparelho celular que o militar usou para gravar vídeos de dentro da academia. Então, tudo isso vai ser objeto de acompanhamento por parte da Promotoria do Controle Externo“.

“Em paralelo, monitoraremos de perto o trabalho das polícias sobre a fuga do major, responsável pelo assassinato de duas pessoas no último sábado, e que terminou também sendo alvejado pela própria Polícia Militar, vindo a falecer“, completa Padilha.

“É necessário que se apure com extremo rigor esse fato para que futuros casos não ocorram, e para além disso, para que se identifique e puna quem foram os responsáveis por essa fuga, que pode ter ocorrido por uma conduta omissiva ou comissiva (comportamento ativo que gera consequências legais, podendo ser intencional). Se ela não tivesse ocorrido, três mortes poderiam ter sido evitadas”, declarou a promotora.

Karla Padilha fez ainda um outro alerta relacionada a tragédia: “Também é preciso que se atente para a necessidade de investimentos da Polícia Militar na saúde mental dos seus policiais. Os fatos são graves e merecem um olhar de preocupação por parte do Ministério Público e do estado”, acrescentou ela.

Ação ajuizada pelo MP pede psiquiatra para a PM

Ano passado, o Ministério Público ajuizou uma ação civil pública (ACP) para a realização de concurso público para a contratação de psiquiatras para a Polícia Militar, uma vez que a corporação não possui esse profissional em seus quadros.

“No entanto, lamentavelmente, a ação foi julgada improcedente pelo Judiciário, levando o MPAL a recorrer, em busca de se mudar o entendimento do juiz de 1º grau. A realidade da Polícia Militar de Alagoas é grave, e casos como esse, do último sábado, são tragédias já anunciadas“.

“Existem muitos policiais adoecidos, tanto pela ausência de um acompanhamento sistemático pós-trauma no exercício da função, quanto porque estão dependentes de substâncias lícitas e ilícitas, o que pode induzi-los a cometer episódios de violência doméstica, dentre outros. É uma atividade extremamente estressante, e temos que levar em consideração que são profissionais que detêm armas, e isso facilita a prática de atos ilegais, caso não estejam bem”, alertou Karla Padilha.

O caso

No último sábado (7), após fugir da Academia da Polícia Militar – onde estava preso desde janeiro pelo crime de violência doméstica e familiar, o major Pedro Silva invadiu a residência da ex-mulher, no bairro do Prado, em Maceió, mantendo reféns cinco familiares dela.

O PM matou o filho, Pierre Victor Pereira Silva, de 10 anos, e o ex-cunhado, Altamir Moura Galvão de Lima, de 61 anos, que era sargento, também da Polícia Militar. Em seguida, ele foi morto após o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) intervir no sequestro que ora estava acontecendo.

Pedro Silva e Altamir Moura Galvão de Lima foram sepultados nesta segunda-feira (9). O filho do major será enterrado, nesta terça-feira (10), no município de Palmeira dos Índios.

/Redação, com Ascom MP

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