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Sesau e Ministério da Saúde alinham medidas de enfrentamento à doença meningocócica

13 de setembro de 2025
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Sesau e Ministério da Saúde alinham medidas de enfrentamento à doença meningocócica

Marco Antônio e Daniel Tavares / Ascom Sesau

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e a Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), vinculada ao Ministério da Saúde (MS), alinharam, na quinta-feira (11), estratégias de fortalecimento ao combate à doença meningocócica em Alagoas. O encontro ocorreu na Sala de Situação da Sesau, em Maceió, e contou também com representantes do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Alagoas (Cosems/AL).

Durante o encontro foram alinhados protocolos de vigilância, diagnóstico precoce e o reforço da prevenção como medidas para reduzir os riscos à saúde da população alagoana. Já no período da tarde, o grupo técnico da Sesau, do Cosems/AL e da Força Nacional do SUS do Ministério da Saúde visitou as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital alagoana e também uma Unidade Básica de Saúde (UBS) no município de Campo Alegre.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, médico Gustavo Pontes de Miranda, a iniciativa reflete a prioridade do Governo de Alagoas em proteger a população alagoana contra doenças que apresentam alto potencial de gravidade. “A Doença Meningocócica exige atenção especial e, por isso, estamos unindo forças com o Ministério da Saúde para garantir mais segurança e saúde aos alagoanos. O acesso ao tratamento pode salvar vidas e a determinação do governador Paulo Dantas é que unamos esforços com o Ministério da Saúde para assegurarmos assistência ágil e eficiente à população”, destacou o gestor da Sesau.

“O encontro teve como meta reafirmar o compromisso do Estado em dar continuidade ao trabalho que já vem sendo desenvolvendo. Além de alinhar com os municípios novas estratégias no combate a doença”, reforçou a médica pediatra e assessora técnica da Sesau, Marta Celeste, também presente ao encontro.

Durante a reunião, o coordenador-geral de Urgência do Ministério da Saúde, Felipe Roque, ressaltou a importância do encontro e o trabalho articulado da gestão no combate a doença. “É um trabalho que envolve diversos setores, desde o treinamento das equipes, a sensibilidade dos trabalhadores, os indicadores de vigilância e análise laboratorial. Neste período, vamos analisar de forma conjunta a situação e revermos os encaminhamentos já apresentados no Estado”, disse.

A Doença

A Doença Meningocócica é uma infecção grave, causada pela bactéria Neisseria meningitidis, que pode evoluir rapidamente e provocar complicações severas. No período de 1º de janeiro a 1º de setembro deste ano foram notificados 14 casos e seis óbitos de Doença Meningocícica em Alagoas.

Nos quadros muito graves ela é denominada como Doença Meningocócica Invasiva. Os sintomas iniciais são semelhantes ao de outras enfermidades, o que torna o diagnóstico difícil, uma vez que, além de febre alta, o paciente sente dor de cabeça, náusea, vômito, aumento da sensibilidade à luz (fotofobia) e importante queda do estado geral.

Há, no entanto, alguns sinais que fortalecem a suspeita de que o quadro é de meningite meningocócica, como a existência de petéquias, manchas marrom-arroxeadas, provenientes de pequenos sangramentos dos vasos da pele. Outros sintomas são a rigidez do pescoço e da nuca (que pode não estar presente, sobretudo em crianças com até 2 anos de idade).

A Doença Meningocócica Invasiva é extremamente perigosa e, segundo a literatura médica, mata de 20% a 30% das pessoas que adoecem no nosso país. Dos sobreviventes, de 10% a 20% ficam com alguma sequela, como surdez, amputação de membros ou comprometimentos neurológicos.

/Ascom Sesau

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