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Flávio condiciona desistência à volta de Bolsonaro “livre, nas urnas”

8 de dezembro de 2025
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Flávio condiciona desistência à volta de Bolsonaro “livre, nas urnas”

Foto: Reprodução

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (7) que só desistirá de disputar a Presidência da República em 2026 se o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estiver “livre, nas urnas”. A declaração foi dada em entrevista exclusiva à TV Record e reforça a estratégia da família Bolsonaro de manter acesa a disputa política mesmo diante da prisão e inelegibilidade do ex-chefe do Executivo.

Flávio, que se apresenta como pré-candidato “muito consciente”, afirmou que não há possibilidade de recuo nas circunstâncias atuais. Segundo ele, sua desistência dependeria exclusivamente de uma decisão que permita a participação do pai na corrida eleitoral.

“Meu preço é justiça. E não é só justiça comigo, é justiça com quase 60 milhões de brasileiros que foram sequestrados, estão dentro de um cativeiro, nesse momento, junto com o presidente Jair Messias Bolsonaro. Então, óbvio que não tem volta. A minha pré-candidatura à Presidência da República é muito consciente”, afirmou.

Questionado sobre se a anistia aos condenados pelo 8 de janeiro bastaria para que abrisse mão da candidatura, o senador respondeu que a exigência é maior: “tem que ter Bolsonaro nas urnas”.

E completou, ao explicar o que considera o “preço” de sua retirada da disputa: “A única forma disso [desistência] acontecer é se Bolsonaro estiver livre, nas urnas, caminhando com seus netos, filhos de Eduardo Bolsonaro, pelas ruas de todo o Brasil. Esse é meu preço”.

Candidatura não é “balão de ensaio”

Flávio reforçou que sua pré-candidatura não se trata de um movimento especulativo. “Não tem balão de ensaio. Não tiro meu nome a não ser na condição de Justiça não só com Bolsonaro, mas com milhões de brasileiros que estão sofrendo.”

Segundo ele, Bolsonaro já havia escolhido seu nome outras três vezes para a disputa, e a confirmação divulgada neste fim de semana foi resultado de conversas anteriores entre pai e filho, quando o ex-presidente ainda estava em liberdade.

“Em conversas anteriores, enquanto [Jair Bolsonaro] estava em casa e indo para o gabinete dele no PL, em Brasília. A gente já vinha conversando bastante sobre isso. Já era um cenário que a gente sabia que isso podia acontecer. Essa foi a quarta vez que ele me disse que eu seria o candidato indicado por ele. Eu na verdade que segurei esse tempo todo”, afirmou. “Foi da forma que tinha de ser. No momento certo”, acrescentou.

Bolsonaro está preso desde 22 de novembro de 2025, cumprindo pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado, e está inelegível desde 2023.

Mercado reage e cenário político se movimenta

A confirmação da pré-candidatura fez o mercado financeiro reagir negativamente na sexta (5). O dólar subiu 2,31%, fechando a R$ 5,433, enquanto o Ibovespa registrou queda de 4,31%, o pior desempenho diário desde fevereiro de 2021.

A hipótese de uma nova disputa entre Lula e um Bolsonaro em 2026 — agora, Flávio — é vista por analistas como um fator de incerteza política.

Flávio, porém, contestou projeções eleitorais e minimizou pesquisas como a do Datafolha, que o colocam 15 pontos atrás do presidente Lula num eventual segundo turno. “A Presidência da República para mim é a cereja do bolo apenas. O bolo são os deputados e senadores. Não adianta você sentar na cadeira de presidente da República se você não tiver a Câmara e o Senado”, afirmou.

Articulação política: Centrão, PL e Republicanos

O senador pretende intensificar articulações nos próximos dias e afirmou que não abrirá mão da cabeça de chapa: “O nome Flávio Bolsonaro está colocado e não sai”.

Ele anunciou que se reunirá nesta segunda (8) com os presidentes do PL, Valdemar Costa Neto, do PP, Ciro Nogueira, e do União Brasil, Antônio de Rueda, e com o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN). Flávio também disse que pretende convidar para a conversa o presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira (SP).

Segundo Flávio, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), foi o primeiro interlocutor político consultado após a decisão do pai. O senador relatou que o governador respondeu: “pode contar, estamos juntos”.

Ele afirmou, porém, que não cobrará manifestação pública de apoio, respeitando o plano de Tarcísio de disputar a reeleição estadual. O pré-candidato também negou qualquer disputa interna no bolsonarismo, especialmente com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro: “Não tem nenhuma disputa por protagonismo dentro da família, com Michelle pelo contrário. Minha relação com ela sempre foi maravilhosa”. “Vou contar muito com ela daqui até o dia da vitória”, ressaltou.

/Congresso em Foco

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