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Câncer de colo do útero: INCA estima 350 novos casos da doença em Alagoas

13 de abril de 2026
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Câncer de colo do útero: INCA estima 350 novos casos da doença em Alagoas

Reprodução

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De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Alagoas deve registrar cerca de 350 novos casos de câncer de útero em 2026. Diante desse cenário e da preocupação com o avanço da doença, a Organização Nacional de Acreditação (ONA), por meio de seu membro e oncologista, Dr. Aumilto Augusto da Silva Junior, traz esclarecimentos sobre o HPV (papilomavírus humano), a Infecção Sexualmente Transmissível (IST) mais comum no mundo.

São mais de 100 tipos de vírus que atingem pele e mucosas. Sua transmissão acontece principalmente durante as relações sexuais — vaginal, anal ou oral — por contato direto com pele ou mucosas contaminadas. E aqui vai um alerta importante: HPV não é uma doença que afeta só mulheres. Homens também podem ser infectados, assim como crianças, e o vírus pode levar a câncer de colo do útero, pênis, ânus e garganta.

O HPV é o responsável por 99,7% dos casos de câncer do colo do útero. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), esse é o terceiro tumor mais frequente entre mulheres no Brasil, atrás apenas do câncer de mama e do colorretal. Para este ano, a estimativa é de 19.310 novos casos no país.

Para o triênio 2026-2028, o INCA projeta cerca de 19,3 mil novos casos por ano — um crescimento de aproximadamente 13% em relação ao período anterior.

Nem sempre dá sinais – O diagnóstico do HPV nem sempre é simples. Em muitos casos, o vírus é assintomático. Quando há sintomas, podem surgir coceira, ardência, desconforto durante a relação sexual, rouquidão persistente ou dor de garganta. Lesões com aspecto semelhante a pequenas verrugas, às vezes lembrando uma “couve-flor”, também são sinais de alerta.

Exames ginecológicos ou urológicos são fundamentais. Em alguns casos, é indicado o teste de PCR (Reação em Cadeia da Polimerase), que identifica o tipo específico do vírus.

Vacina existe — e salva vidas – A principal forma de prevenção continua sendo o uso de preservativo e a vacinação oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A vacina é aplicada em duas doses, com intervalo de seis meses. Para pessoas com HIV e transplantadas, o esquema é de três doses (0, 2 e 6 meses). O público-alvo inclui meninas de 9 a 14 anos, meninos de 11 a 14 anos, pessoas vivendo com HIV e transplantados entre 9 e 26 anos.

“O principal objetivo da vacinação é gerar imunidade sem que o organismo precise enfrentar a doença. No caso do HPV, isso significa reduzir drasticamente o risco de câncer relacionado ao vírus”, alerta o oncologista e membro da ONA – Organização Nacional de Acreditação, Dr. Aumilto Augusto da Silva Junior.

Desinformação ainda é barreira – Apesar da vacina estar disponível gratuitamente, a falta de informação ainda pesa. Estudo da Fundação Nacional do Câncer mostra que 37% dos adolescentes não sabiam que a vacina previne o câncer do colo do útero. Entre 36% e 57% acreditavam que ela poderia fazer mal à saúde. E 82% achavam, equivocadamente, que protege contra outras ISTs.

Também chama atenção o fato de 17% não associarem a vacina à prevenção do câncer e 22% acreditarem que poderia estimular o início precoce da vida sexual — um mito já amplamente desmentido por especialistas.

Diagnóstico rápido faz diferença – Para a ONA, falar de HPV também é falar de qualidade na assistência. “Quando o SUS e os hospitais privados passam por processos de acreditação, organizam fluxos, qualificam equipes e padronizam protocolos para que o diagnóstico do HPV e do câncer de colo do útero e de pênis aconteça mais cedo e o tratamento não atrase — porque, nessa área, tempo é vida”, alerta Gilvane Lolato, gerente geral de Operações da ONA.

/Assessoria

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