Banner-728x90px-Alagoas-Inteligente_2
1017
6 de agosto de 2026
Folha de Alagoas
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO
Sem resultados
Exibir todos os resultados
6 de agosto de 2026
Folha de Alagoas
Sem resultados
Exibir todos os resultados
CÂMARA 1 - 728x90 (1)
CÂMARA 2 - 728x90 (1)
Redação

Redação

Pena de Eduardo Bolsonaro é fixada em quatro anos e dois meses de prisão

17 de junho de 2026
0
Líder do PT pede que Moraes decrete prisão de Eduardo Bolsonaro: ‘Traição’

Reprodução

Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

1º Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta terça-feira (16) o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro a quatro anos e dois meses de prisão e pegamento de multa pelo crime de coação no curso do processo.

A pena foi fixada após o colegiado concluir de forma unânime que Eduardo utilizou sua atuação política nos Estados Unidos para pressionar integrantes da Corte e interferir no julgamento que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.

A condenação terá efeito apenas após a declaração de trânsito em julgado. Cabem recursos internos contra a decisão, mas a jurisprudência do STF tende a preservar decisões das turmas que tenham menos de duas divergências.

Julgamento de Eduardo

O processo teve origem em denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que acusou Eduardo Bolsonaro de atuar nos Estados Unidos para pressionar autoridades brasileiras e interferir no julgamento de Jair Bolsonaro e de outros réus da ação penal do golpe.

A peça acusatória foi elaborada com base na articulação do ex-deputado nos Estados Unidos a favor de sanções contra ministros do STF e medidas econômicas contra o Brasil como forma de constranger a atuação da Corte. Eduardo está em solo americano desde fevereiro, tendo inclusive perdido o mandato na Câmara por abandono do cargo.

Durante a sessão, a PGR sustentou que vídeos, entrevistas, publicações em redes sociais e outras manifestações públicas do ex-parlamentar demonstravam uma estratégia de pressão direcionada aos julgadores.

A procuradoria também apontou que algumas das consequências mencionadas por Eduardo, como restrições impostas a autoridades brasileiras e tarifas comerciais adotadas pelo governo norte-americano a produtos brasileiros, acabaram se concretizando ao longo do processo.

Eduardo Bolsonaro não indicou advogado, sendo então representado pela Defensoria Pública da União. A defesa argumentou que o ex-congressista exercia atividade política legítima, protegida pela liberdade de expressão e pela imunidade parlamentar, além de sustentar que não houve grave ameaça apta a caracterizar o crime de coação no curso do processo.

Ao votar pela condenação, o relator Alexandre de Moraes afirmou que as condutas atribuídas ao ex-deputado extrapolaram o campo da manifestação política e configuraram uma tentativa de influenciar a atividade jurisdicional.

Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino acompanharam integralmente o voto. Para os ministros, as provas reunidas demonstraram que Eduardo Bolsonaro buscou constranger o Judiciário e favorecer interesses ligados ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Fundamentação da pena

Na dosimetria da pena, Alexandre de Moraes sustentou que o caso exigia punição acima do mínimo legal em razão das circunstâncias concretas da conduta.

O relator apontou que Eduardo Bolsonaro utilizou a condição de parlamentar para atuar perante autoridades estrangeiras contra instituições brasileiras e em favor dos interesses familiares, e apontou como especialmente grave o fato de as articulações terem sido mantidas mesmo diante dos potenciais prejuízos econômicos e diplomáticos para o país.

A partir dessa avaliação, Moraes fixou a pena-base acima do piso previsto para o crime de coação no curso do processo.

Em seguida, afastou a incidência de agravantes e atenuantes, mas reconheceu a continuidade delitiva ao considerar que os autos registram ao menos nove episódios distintos relacionados à prática criminosa, o que justificaria o aumento da punição na fase final do cálculo da pena, chegando ao total de quatro anos e dois meses de prisão em regime inicial semiaberto e 50 dias-multa.

O relator também incluiu a aplicação de efeitos administrativos da condenação: a declaração de inelegibilidade com base na Lei da Ficha Limpa e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por outro lado, rejeitou o pedido de indenização por danos morais coletivos por entender que a PGR não indicou de forma específica os prejuízos nem o valor pretendido para eventual reparação.

/Congresso em Foco

Você também pode gostar desses conteúdos

Após ser anunciado como vice de Bolsonaro, Alfredo Gaspar busca acumular capital político em Alagoas
Política

Após ser anunciado como vice de Bolsonaro, Alfredo Gaspar busca acumular capital político em Alagoas

por Redação
6 de agosto de 2026
Faltam 15 dias: voto em trânsito pode ser solicitado até 20 de agosto
Política

Faltam 15 dias: voto em trânsito pode ser solicitado até 20 de agosto

por Redação
6 de agosto de 2026
Lula sanciona lei de conversão que torna permanente a MP do Frete
Política

Lula sanciona lei de conversão que torna permanente a MP do Frete

por Redação
6 de agosto de 2026
Convenção do MDB confirma Marcos Beltrão como candidato a deputado estadual
Política

Convenção do MDB confirma Marcos Beltrão como candidato a deputado estadual

por Redação
5 de agosto de 2026
Rui Palmeira tem candidatura a deputado federal confirmada e desponta como aposta do PSD em Alagoas
Política

Rui Palmeira tem candidatura a deputado federal confirmada e desponta como aposta do PSD em Alagoas

por Redação
5 de agosto de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

banner-site
banner-site
Próximo Post
Messi vira maior artilheiro das copas e lidera Argentina em estreia

Messi vira maior artilheiro das copas e lidera Argentina em estreia

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

7 de agosto de 2025
Vereador acusa Henrique Chicão de usar hospital para se eleger deputado

Vereador acusa Henrique Chicão de usar hospital para se eleger deputado

7 de agosto de 2025

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Geral

Meta muda regras do WhatsApp e aparelhos antigos perderão acesso

6 de agosto de 2026
Geral

Com salto na proficiência em Português e Matemática, Ensino Médio de Alagoas cresce pelo 3º ciclo seguido no Ideb

6 de agosto de 2026
Política

Após ser anunciado como vice de Bolsonaro, Alfredo Gaspar busca acumular capital político em Alagoas

6 de agosto de 2026

REDAÇÃO

(82) 98898-7444

folhadealagoas@gmail.com

ARQUIVOS

Disponível no Google Play

© 2021 | Folha de Alagoas.

Sem resultados
Exibir todos os resultados
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO

© 2021 | Folha de Alagoas.

Utilizamos cookies essenciais e outras tecnologias semelhantes, ao continuar navegando, você concorda essas e outras condições de nossa Política de Privacidade e Cookies.