O ex-prefeito de Pilar e candidato a deputado federal Renato Filho defende a construção de uma política de Estado para transformar Alagoas em um dos principais polos energéticos e industriais do Nordeste.
Em um cenário em que o acesso à energia competitiva se tornou um dos principais fatores para a atração de investimentos no Brasil e no mundo, especialistas apontam que a disponibilidade de energia confiável e de menor custo tem sido decisiva para a instalação de indústrias, projetos de inteligência artificial e empreendimentos ligados à nova economia. Para Renato Filho, Alagoas reúne condições para aproveitar esse momento e se posicionar de forma estratégica nesse novo ciclo de desenvolvimento.
Segundo ele, a expansão da infraestrutura energética representam uma oportunidade histórica para mudar a matriz econômica do estado.
“Não podemos continuar apenas extraindo riquezas. Precisamos transformar nossos recursos naturais em empregos, renda, tecnologia e desenvolvimento para os alagoanos”, afirmou
Para Renato Filho, a competitividade de Alagoas dependerá cada vez mais da capacidade de oferecer energia segura, previsibilidade regulatória e um ambiente favorável aos investimentos privados.
“O empresário investe onde encontra estabilidade política, segurança jurídica e regras claras. Nenhuma grande indústria decide instalar uma fábrica pensando apenas no presente. Ela precisa ter confiança de que os contratos serão respeitados e de que haverá continuidade institucional.”
Renato também destaca a importância da modernização permanente da legislação estadual do gás natural.
Ele lembrou que a Lei Estadual do Gás, relatada pela deputada estadual Fátima Canuto, representou um marco para o setor energético alagoano, ao criar um ambiente mais moderno para novos investimentos.
“Foi uma legislação importante para abrir caminhos. Mas o setor energético evolui muito rapidamente. Precisamos manter essa legislação permanentemente atualizada para acompanhar as novas tecnologias, novos modelos de negócio e garantir que Alagoas permaneça competitiva na disputa por investimentos.”
Outra proposta apresentada pelo candidato é a implantação de um programa estadual de incentivo aos chamados “dutos virtuais”, sistema que permite transportar gás natural por caminhões especializados para municípios ainda não atendidos por gasodutos convencionais.
Segundo Renato, essa solução pode acelerar a interiorização do desenvolvimento.
“Os dutos virtuais podem levar gás natural para o Agreste, para o Sertão e para outras regiões do estado, reduzindo custos de produção, aumentando a competitividade das empresas e atraindo novas indústrias para municípios que hoje estão fora desse mercado.”
Na avaliação do candidato, essa infraestrutura pode beneficiar diversos segmentos econômicos, como a indústria cerâmica, a agroindústria, hospitais, hotéis, pequenos negócios e futuras plantas industriais de maior porte.
Renato também relaciona o avanço da infraestrutura energética às novas oportunidades abertas pela economia mundial.
“O mundo está disputando investimentos em inteligência artificial, data centers, combustíveis sustentáveis, hidrogênio, biometano, metanol, amônia e fertilizantes. Todos esses setores têm uma necessidade em comum: energia confiável. Se Alagoas estiver preparada, poderá disputar investimentos que antes sequer consideravam nosso estado.
Para ele, Pilar reúne hoje condições únicas para liderar esse processo
“O que está acontecendo em Pilar não interessa apenas aos pilarenses. É um projeto que pode mudar a economia de Alagoas. Minha proposta é transformar essa experiência em uma política pública estadual.”
Renato defende que o debate eleitoral ultrapasse as discussões de curto prazo.
“Precisamos discutir como será a economia de Alagoas nos próximos 20 ou 30 anos. Os estados que mais cresceram foram aqueles que planejaram o futuro antes dos outros. É esse debate que quero levar para Brasília.”
A inserção preserva integralmente o texto original e apenas acrescenta um parágrafo de contextualização que conecta a proposta ao debate econômico atual sobre competitividade energética.
/Assessoria














