Banner-728x90px-Alagoas-Inteligente_2
1017
21 de abril de 2026
Folha de Alagoas
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO
Sem resultados
Exibir todos os resultados
21 de abril de 2026
Folha de Alagoas
Sem resultados
Exibir todos os resultados
CÂMARA 1 - 728x90 (1)
CÂMARA 2 - 728x90 (1)
Redação

Redação

‘A pior prisão é a autocensura’, diz membro da Pussy Riot no Brasil

31 de janeiro de 2020
0

Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

Maria ‘Masha’ Alyokhina, uma das integrantes da banda punk Pussy Riot, que passou dois anos presa na Rússia após uma performance crítica, aconselha os artistas brasileiros a não se deixarem abalar pelo conservadorismo do atual governo.

“A pior prisão é a autocensura. Você pode passar alguns anos dentro de um presídio, mas na autocensura você pode permanecer preso a vida inteira”, disse a artista russa, de 31 anos, antes de se apresentar em São Paulo na última quinta-feira (30) à noite.

Vestida toda de preto, com exceção do característico capuz amarelo que usava na cabeça, Alyokhina subiu ao palco durante o festival Verão Sem Censura, organizado pela prefeitura paulistana com a proposta de exibir espetáculos que foram alvo de censura em 2019, no primeiro ano do governo Bolsonaro.

À frente da performance, a jovem usou o espaço para apresentar a causa que defende, além de mostrar a trajetória da Pussy Riot desde o conhecido protesto contra o presidente Vladimir Putin, em 2012, em uma igreja ortodoxa de Moscou.

Banda punk Pussy Riot se apresentou no Festival Verão Sem Censura em SP — Foto: Miguel Schincariol/AFPBanda punk Pussy Riot se apresentou no Festival Verão Sem Censura em SP — Foto: Miguel Schincariol/AFP
Banda punk Pussy Riot se apresentou no Festival Verão Sem Censura em SP — Foto: Miguel Schincariol/AFP

“Acreditamos na história que nos contaram, mas, onde está a revolução?”, cantou Alyokhina e as outras três integrantes do grupo no show em São Paulo, cujo cartaz era uma ilustração no qual desenhos de lixo e resíduos tóxicos formam o rosto de Bolsonaro.

“Tenho certeza de que o Estado, o governo, não deveria dizer aos artistas o que devem ou não fazer, porque isso não tem a ver com eles. E é por isso que estamos em um festival contra a censura”, ressaltou Alyokhina.

A artista lamenta as recentes tentativas de censura contra artistas brasileiros, mas considera que “o mais difícil foi saber do assassinato de Marielle”, disse.

A agenda de Alyokhina, que segue viagem pelo país com seu filho adolescente, terá passagens por Recife e pelo Rio de Janeiro, onde lançará a edição brasileira do seu livro “Riot Days” (Título sem tradução para o português). A obra traz reflexões pessoais e apresenta a sua experiência durante o tempo em que esteve na prisão.

“A cultura e a arte representam perigo porque são (voltadas) para as pessoas. Por isso os ditadores têm tanto medo da arte. Mas isso não é motivo para pararmos (de agir) porque temos a responsabilidade de continuar”, argumenta a ativista, que se mostra otimista ao notar sinais de maior resistência em seu país.

“Na Rússia está cada vez pior. O que há de positivo é que começamos a nos reunir e a protestar. Somos diferentes, temos visões políticas que às vezes são distintas, mas todos estamos em consenso quanto a liberdade de expressão e de imprensa. Não apenas os cidadãos comuns, mas também os artistas famosos se arriscam à prisão ao protestar. Mas ninguém deixa de fazê-lo”, acrescenta.

Ao dividir o palco com a cantora Linn da Quebrada, Alyokhina gritou: “Sei que no inferno serei uma personalidade emérita”.

France Press

Você também pode gostar desses conteúdos

Banda de Pífanos Esquenta Muié se apresenta no Giro das Tradições, nesta terça-feira (14), no Theatro Homerinho
Cultura

Banda de Pífanos Esquenta Muié se apresenta no Giro das Tradições, nesta terça-feira (14), no Theatro Homerinho

por Redação
13 de abril de 2026
Vivências musicais: oficina de música afro-brasileira aplicada a professores
Cultura

Vivências musicais: oficina de música afro-brasileira aplicada a professores

por Redação
6 de abril de 2026
Escultura O Boi é reinaugurada em Jaraguá após ato de vandalismo
Cultura

Escultura O Boi é reinaugurada em Jaraguá após ato de vandalismo

por Redação
1 de abril de 2026
Concerto aos Domingos retoma programação no próximo dia 29
Cultura

Concerto aos Domingos retoma programação no próximo dia 29

por Redação
25 de março de 2026
Mostra Audiovisual Mestra Zeza do Coco apresenta recorte do cinema alagoano neste domingo (22)
Cultura

Mostra Audiovisual Mestra Zeza do Coco apresenta recorte do cinema alagoano neste domingo (22)

por Redação
19 de março de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

banner-site
banner-site
Próximo Post

Festa da padroeira de Arapiraca acontece no domingo

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

7 de agosto de 2025
Vereador acusa Henrique Chicão de usar hospital para se eleger deputado

Vereador acusa Henrique Chicão de usar hospital para se eleger deputado

7 de agosto de 2025

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Geral

Morre ator Ricardo de Pascual, o Senhor Furtado de Chaves, aos 85 anos

21 de abril de 2026
Geral

Trump diz que espera “bombardear” o Irã se não houver acordo

21 de abril de 2026
Geral

Sururu fará parte do cardápio das escolas municipais de Maceió

21 de abril de 2026

REDAÇÃO

(82) 98898-7444

folhadealagoas@gmail.com

ARQUIVOS

Disponível no Google Play

© 2021 | Folha de Alagoas.

Sem resultados
Exibir todos os resultados
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO

© 2021 | Folha de Alagoas.

Utilizamos cookies essenciais e outras tecnologias semelhantes, ao continuar navegando, você concorda essas e outras condições de nossa Política de Privacidade e Cookies.