Banner-728x90px-Alagoas-Inteligente_2
1017
26 de setembro de 2026
Folha de Alagoas
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO
Sem resultados
Exibir todos os resultados
26 de setembro de 2026
Folha de Alagoas
Sem resultados
Exibir todos os resultados
CÂMARA 1 - 728x90 (1)
CÂMARA 2 - 728x90 (1)
Redação

Redação

Acusados de crimes, advogada e servidor do Poder Judiciário são presos em operação

18 de junho de 2020
0
Acusados de crimes, advogada e servidor do Poder Judiciário são presos em operação
Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

Redação*

Uma advogada e um servidor do Poder Judiciário foram presos, na manhã desta quinta-feira (18), durante operação do Ministério Público Estadual (MPE/AL), com o apoio da Polícia Militar. A operação, comandada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pela Promotoria de Justiça de Paripueira, apura o envolvimento dos acusados em vários crimes, dentre eles, o de corrupção ativa e passiva. Ao todo, foram cumpridos dois mandados de prisão e cinco de busca e apreensão em Maceió.

Durante o cumprimento dos mandados nenhum dos alvos ofereceu resistência. Eles foram detidos em casa, nos bairros de Cruz das Almas e Jacarecica e, na sequência, serão encaminhados à sede do Gaeco para prestar depoimento. Em suas residências foram apreendidos documentos, aparelhos celulares e computadores. A operação contou com o apoio de militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Radiopatrulha e da 3ª Companhia Independente de Paripueira.

A investigação

O procedimento investigatório criminal (PIC) foi instaurado em dezembro do ano passado e teve início após o então juiz da cidade desconfiar da conduta profissional do servidor que trabalha na vara da qual ele era titular. Com base nas informações repassadas pelo magistrado, o Ministério Público começou a apuração.

No decorrer da investigação, escutas telefônicas comprovaram que o funcionário público e a advogada agiam ilegalmente para que a mesma tivesse prioridade no andamento daqueles processos de seu interesse. Inclusive, há registros de várias ações que deveriam ter sido ajuizadas por ela e que, para surpresa dos promotores de justiça, tinham sido peticionadas pelo próprio servidor. Ou seja, a relação entre os dois era de tanta confiança e cumplicidade que o funcionário dava entrada nos documentos como se fosse a advogada.

Em troca desse trâmite privilegiado, claro, o servidor era recompensado. “E tal recompensa vinha em forma de dinheiro, com 50% dos honorários sendo destinados ao funcionário, e isso configura corrupção ativa e passiva. Mas, além desse crime, eles também são investigados pela prática criminosa de prevaricação, falsidade ideológica e advocacia administrativa”, explicou Ary Lages, que atua como promotor de justiça substituto em Paripueira. Advogacia criminosa, segundo o artigo 321 do Código Penal, consiste em “patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário”.

Os argumentos para os pedidos de prisão

Na representação criminal que requereu a prisão temporária do servidor público – que dura cinco dias, podendo ser prorrogada por igual período – o MPAL demonstrou a necessidade do cerceamento da liberdade dele. “O citado investigado trabalha na comarca de Paripueira e teria toda possibilidade de atuar no sentido de apagar as provas pretendidas com a busca e apreensão. Com o cumprimento apenas do mandado de busca e apreensão, os investigados teriam conhecimento que estão sendo investigados e, soltos, atuariam de todos os modos no intuito de destruir provas, apagar mensagens, desfazer atos processuais expedidos etc. E, ainda, entendo que não se mostra suficiente, neste momento, o deferimento de uma medida cautelar alternativa de, por exemplo, proibição de acesso ao fórum pois o citado investigado poderia atuar de um outro computador nesse sentido”, diz um trecho do documento.

Inclusive, o Gaeco e a Promotoria de Justiça de Paripueira acrescentaram que, mesmo diante da pandemia da Covid-19, o funcionário “é um dos pouquíssimos servidores que se encontram indo ao referido fórum exercendo seu regular (e irregular) serviço na comarca, haja vista que a maioria dos profissionais, como um todo, estão em ‘home oficce’ ou seja, trabalhando de suas próprias residências”.

Já sobre a prisão da advogada, o Ministério Público argumentou que, “através de outro computador, mesmo em prisão domiciliar, ela poderia tentar apagar as provas e vestígios dos crimes cometidos”.

Afastamento do cargo

A pedido do MPAL, o servidor foi temporariamente afastado de suas funções. Além de não poder mais trabalhar até enquanto durar a atual decisão judicial, o funcionário também teve recolhido o token (ferramenta para acessar e promover assinatura digital) e seus login e senha que davam acesso ao sistema eletrônico do Poder Judiciário foram desativados. Ele também está proibido de frequentar o fórum de Paripueira e de manter contato ou aproximação com as outras pessoas investigadas.

Com relação a advogada, o Ministério Público pediu para que ela igualmente fosse proibida de ter acesso ao fórum e a quaisquer servidores de lá e de manter contato com todos os demais que são alvos da mesma investigação. Para ambos, foi determinado, por fim, que, após o encerramento do prazo da prisão temporária, os dois terão que ficar em prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica. Além da dupla, outras duas pessoas são suspeitas de participar do esquema criminoso.

*Com Assessoria

Você também pode gostar desses conteúdos

Em Maceió, Lula diz que acabará com as bets antes que apostas ‘acabem com o Brasil’
Sem categoria

Em Maceió, Lula diz que acabará com as bets antes que apostas ‘acabem com o Brasil’

por Redação
25 de setembro de 2026
Triplicação da rodovia pode redesenhar mercado imobiliário entre Maceió e Litoral Sul, aponta especialista
Sem categoria

Triplicação da rodovia pode redesenhar mercado imobiliário entre Maceió e Litoral Sul, aponta especialista

por Redação
25 de setembro de 2026
Alagoas: PF faz operação contra fraudes no Exame da OAB
Sem categoria

PF deflagra operação para investigar circulação de cédulas falsas em Alagoas

por Redação
25 de setembro de 2026
Lei que estabelece punições para envolvidos em brigas de torcidas organizadas é regulamentada em Maceió 
Sem categoria

Lei que estabelece punições para envolvidos em brigas de torcidas organizadas é regulamentada em Maceió 

por Redação
25 de setembro de 2026
Lula participa de ato em Maceió ao lado de aliados e destaca políticas sociais
Sem categoria

Lula participa de ato em Maceió ao lado de aliados e destaca políticas sociais

por Redação
25 de setembro de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

banner-site
banner-site
Próximo Post
Caseiro diz que Queiroz estava na casa de advogado havia cerca de 1 ano

Caseiro diz que Queiroz estava na casa de advogado havia cerca de 1 ano

Cinco primos de JHC dividem R$ 2,6 milhões na folha de Maceió e bateram no teto salarial 26 vezes

Cinco primos de JHC dividem R$ 2,6 milhões na folha de Maceió e bateram no teto salarial 26 vezes

9 de setembro de 2026
Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

7 de agosto de 2025

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Geral

DP/AL manifesta apoio ao desembargador Tutmés Airan; OAB/AL segue em silêncio

25 de setembro de 2026
Política

“Vocês não podem votar em senador do contra”, diz Lula em Alagoas

25 de setembro de 2026
Cultura

Cortejo Cultural reúne centenas de artistas no Festival Internacional de Cultura de Maceió

25 de setembro de 2026

REDAÇÃO

(82) 98898-7444

folhadealagoas@gmail.com

ARQUIVOS

Disponível no Google Play

© 2021 | Folha de Alagoas.

Sem resultados
Exibir todos os resultados
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO

© 2021 | Folha de Alagoas.

Utilizamos cookies essenciais e outras tecnologias semelhantes, ao continuar navegando, você concorda essas e outras condições de nossa Política de Privacidade e Cookies.