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Érika Santos lança “Esconjuro” e reflete sobre a memória da cidade de Maceió e o crime ambiental na Lagoa Mundaú; pré-venda da plaquete já começou

9 de setembro de 2025
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Érika Santos, escritora alagoana, anuncia a pré-venda da sua nova plaquete, Esconjuro, que chega ao público pelo selo multiplataforma Loitxa Lab – já disponível. A publicação propõe um olhar sobre as tensões entre memória, ruína e resistência.

Depois de Procurar o mar é exercício noturno (Penalux, 2022) e Flores Floresta (Trajes Lunares, 2024), a autora apresenta um trabalho que se abre ao mistério e à multiplicidade interpretativa: o afundamento do eu, da história, do tempo ou do próprio poema. O gesto poético se move entre crises urbanas e memória coletiva, aproximando a experiência poética da realidade e apontando, por meio de uma escrita delicada, alternativas para a permanência.

 

Inspirada pelo impacto de imagens jornalísticas das áreas desapropriadas devido ao afundamento criminoso de bairros que circundam a Lagoa Mundaú, em Maceió, Érika reflete sobre mortes simbólicas e invisíveis: árvores submersas, espécies que desaparecem, microrganismos desconhecidos e sentimentos soterrados. 

“O poema Esconjuro nasceu de um ímpeto que não me deixava dormir. No início da exposição sobre os crimes da Braskem, eu estava lendo muitas notícias à respeito. Numa noite antes de dormir, vi no jornal uma imagem aérea da lagoa Mundaú, em que as árvores estavam afogadas. Isso me fez pensar sobre a infinidade de mortes ali instaladas”, explica Érika.

Segundo a autora, o processo criativo também envolveu experiências pessoais. “Comecei a imaginar modos de trazer da natureza um eu-lírico que falasse sem as amarras do meu eu e também que trouxesse as vozes daquele lugar alagadiço. Quando estava começando a dormir, naquela noite, sonhei que meu corpo estava afundando, acordei muito assustada e escrevi a primeira versão do poema. Para mim, este foi o recado daquele lugar, foi a natureza quem me deu Esconjuro.”

O poema observa o embate entre um capitalismo predatório e a relação mística com a natureza, carregando também o desejo lento, mas profundo de vingança pela própria força natural. O texto se constrói como um pedido, um feitiço e um lamento à dimensão lagunar, convocando a escuta da natureza diante do sofrimento humano, ainda que a resposta se manifeste na potência do silêncio.

A pré-venda de Esconjuro marca um momento especial para a obra, que terá lançamento oficial em outubro, pelo selo Loitxa Lab, na Livraria Novo Jardim, em Maceió. Em novembro, um novo encontro com os leitores acontece durante a sessão de autógrafos no estande da livraria, na Bienal do Livro de Alagoas. A iniciativa permite que os leitores garantam antecipadamente seus exemplares e acompanhem de perto o percurso do livro, fortalecendo a conexão entre a autora e seu público.

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