Banner-728x90px-Alagoas-Inteligente_2
1017
12 de setembro de 2026
Folha de Alagoas
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO
Sem resultados
Exibir todos os resultados
12 de setembro de 2026
Folha de Alagoas
Sem resultados
Exibir todos os resultados
CÂMARA 1 - 728x90 (1)
CÂMARA 2 - 728x90 (1)
Redação

Redação

CCJ adia leitura do parecer da nova Lei do Impeachment após pedido do relator

10 de dezembro de 2025
0
CCJ adia leitura do parecer da nova Lei do Impeachment após pedido do relator

Foto: Divulgação/Senado

Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

Redação*

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado decidiu adiar, nesta quarta-feira (10), a leitura do parecer sobre a proposta que atualiza a Lei do Impeachment. O relator, senador Weverton Rocha (PDT-MA), pediu que a análise formal só ocorra depois de uma sessão de debates no plenário, prevista para depois do recesso parlamentar. Com isso, a tramitação deve avançar apenas em 2026.

A proposta, apresentada pelo ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ganhou centralidade após a decisão do ministro Gilmar Mendes que limitou a apresentação individual de pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida foi vista por parte do Congresso como interferência em prerrogativas legislativas e reacendeu a discussão sobre a modernização da Lei 1.079, de 1950.

O movimento ocorre em meio à resistência de parlamentares da oposição, que já defendiam o adiamento. Esse grupo argumenta que o projeto endurece o quórum para abertura de processos contra ministros do STF, hoje possível com o apoio de 41 senadores, e que a nova redação pode se mostrar ainda mais restritiva que a decisão de Gilmar Mendes. Para eles, o modelo enfraquece o instrumento de controle político do Parlamento.

O texto apresentado altera diversos pontos estruturais. Cidadãos comuns deixam de poder apresentar individualmente pedidos de impeachment e passam a valer prazos formais para que os presidentes da Câmara e do Senado se manifestem sobre as denúncias. A proposta também amplia o rol de autoridades sujeitas à lei, detalha novas tipificações de crimes de responsabilidade e cria um processo escalonado de análise, com etapas claras e parâmetros de dosimetria.

Outra mudança prevista é o afastamento automático da autoridade acusada por até 180 dias, após a admissão da denúncia, mantendo salário e estrutura. O julgamento caberá a uma comissão especial presidida por um magistrado, o presidente do STF, quando o processo tramitar no Senado, ou o presidente do Tribunal de Justiça nos Estados.

A revisão da legislação ocorre em um ambiente de tensão entre Congresso e Supremo. Senadores afirmam que a lei em vigor não dialoga com a Constituição de 1988 e tem provocado sucessivas disputas judiciais sobre os ritos do impeachment.

Com o adiamento, a CCJ deve retomar a discussão somente após o recesso, quando a sessão de debates sugerida por Pacheco for concluída. Caso seja aprovada no colegiado, a proposta seguirá em caráter terminativo para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para votação no plenário do Senado.

Redação com O Globo*

Você também pode gostar desses conteúdos

JHC não explica destino de R$ 300 milhões recebidos pela prefeitura pela concessão da água
Sem categoria

JHC não explica destino de R$ 300 milhões recebidos pela prefeitura pela concessão da água

por Redação
11 de setembro de 2026
Família denuncia hospital de JHC por 2ª morte de bebê em um mês
Sem categoria

Família denuncia hospital de JHC por 2ª morte de bebê em um mês

por Redação
11 de setembro de 2026
“Emprego não se cria no palanque”, afirma Renato Filho ao defender política permanente de geração de renda
Sem categoria

“Emprego não se cria no palanque”, afirma Renato Filho ao defender política permanente de geração de renda

por Redação
10 de setembro de 2026
Teca Nelma dispara nas redes sociais e tem alta procura por kits de campanha
Sem categoria

“O trabalhador precisa ser prioridade na Assembleia”, defende Teca Nelma

por Redação
10 de setembro de 2026
“O trabalhador precisa ser prioridade na Assembleia”, defende Teca Nelma
Sem categoria

Teca Nelma dispara nas redes sociais e tem alta procura por kits de campanha

por Redação
10 de setembro de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

banner-site
banner-site
Próximo Post
Governo confirma salário mínimo de R$ 1.621 em 2026

Governo confirma salário mínimo de R$ 1.621 em 2026

Cinco primos de JHC dividem R$ 2,6 milhões na folha de Maceió e bateram no teto salarial 26 vezes

Cinco primos de JHC dividem R$ 2,6 milhões na folha de Maceió e bateram no teto salarial 26 vezes

9 de setembro de 2026
Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

7 de agosto de 2025

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Política

Renato Filho quer ampliar atendimento oncológico pelo SUS e acelerar diagnóstico do câncer em Alagoas

11 de setembro de 2026
Política

Mais de 2 mil romeiros de Pilar chegam a Juazeiro do Norte em jornada de fé e devoção

11 de setembro de 2026
Saúde

Hospital do Idoso do Estado inicia atividades na próxima semana

11 de setembro de 2026

REDAÇÃO

(82) 98898-7444

folhadealagoas@gmail.com

ARQUIVOS

Disponível no Google Play

© 2021 | Folha de Alagoas.

Sem resultados
Exibir todos os resultados
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO

© 2021 | Folha de Alagoas.

Utilizamos cookies essenciais e outras tecnologias semelhantes, ao continuar navegando, você concorda essas e outras condições de nossa Política de Privacidade e Cookies.