Banner-728x90px-Alagoas-Inteligente_2
1017
7 de fevereiro de 2026
Folha de Alagoas
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO
Sem resultados
Exibir todos os resultados
7 de fevereiro de 2026
Folha de Alagoas
Sem resultados
Exibir todos os resultados
CÂMARA 1 - 728x90 (1)
CÂMARA 2 - 728x90 (1)
Redação

Redação

Ação Civil contra Equatorial pede que empresa regularize serviço em Pilar

2 de fevereiro de 2026
0
Ação Civil contra Equatorial pede que empresa regularize serviço em Pilar

Reprodução

Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) apresentou à Justiça, na sexta-feira (30), uma Ação Civil Pública (ACP) com pedido de tutela de urgência contra a Equatorial Alagoas Distribuidora de Energia S.A., em razão de denúncias a respeito da prestação do serviço no Condomínio Rancho das Palmeiras e áreas adjacentes, na cidade de Pilar.

Conforme consta na ACP, de iniciativa da Promotoria de Justiça de Pilar e do Núcleo do Consumidor do MPAL, há reiteradas falhas no fornecimento de energia elétrica na área, com interrupções prolongadas e oscilações de energia. Em alguns casos, os moradores ficaram mais de 10 horas sem energia, situação que viola o princípio da continuidade dos serviços públicos essenciais.

O promotor de Justiça Ramon Formiga de Oliveira Carvalho, titular da Promotoria de Pilar, enfatizou que o caso trata-se de ofensa direta aos princípios da eficiência administrativa, da boa-fé objetiva e da dignidade da pessoa humana.

“A energia elétrica é serviço essencial, devendo ser prestado de forma adequada, eficiente, contínua e segura, o que manifestamente não ocorreu. A permanência de consumidores por mais de 10 horas sem energia compromete a conservação de alimentos e medicamentos, o funcionamento de equipamentos essenciais e a segurança e dignidade da vida cotidiana”, elencou o membro do MPAL.

No documento apresentado à Justiça, o Ministério Público pede que seja determinado à Equatorial, no prazo máximo de 30 dias, a apresentação e início de execução de Plano de Manutenção Preventiva, com poda preventiva periódica da vegetação, adoção de medidas técnicas para redução do tempo máximo de restabelecimento, fixando-se prazo máximo de duas horas para atendimento emergencial no Condomínio Rancho das Palmeiras.

A ACP também solicita que a Justiça condene a Equatorial à obrigação de fazer, consistente em: instalar religadores automáticos no ramal que atende ao condomínio; apresentar estudo técnico para substituição da rede nua por Rede Compacta Protegida, no trecho crítico; e restituição aos consumidores afetados, a título de indenização coletiva por dano material, correspondente a 10% da tarifa mínima mensal de energia elétrica, por cada período de interrupção superior aos limites regulamentares, a ser compensada diretamente nas faturas subsequentes. Ou, como opção, que haja depósito em fundo específico, caso seja inviável a individualização imediata.

O MPAL também solicita a condenação ao pagamento de indenização por dano moral coletivo, em valor a ser arbitrado pelo Juízo, revertido ao Fundo Estadual de Defesa do Consumidor, bem como a condenação da empresa ao pagamento das custas e demais cominações legais.

Os promotores de Justiça Ramon Formiga de Oliveira Carvalho e Delfino Costa Neto, que coordena o Núcleo do Consumidor, explicam na ACP que, em resposta a um ofício ministerial, a Equatorial confessou expressamente a existência de problemas técnicos na rede, afirmando que houve contato entre cabos; ocorreram interferências de vegetação; somente após as reclamações foram adotadas medidas corretivas.

“Tal conduta comprova que a concessionária não realizava manutenção preventiva adequada, limitando-se a agir de forma reativa, apenas após a interrupção do serviço e a provocação dos consumidores e do Ministério Público. A Equatorial tenta justificar as falhas alegando chuvas, ventos e instabilidade climática, apresentando dados meteorológicos para sustentar a imprevisibilidade dos eventos”, lembrou o promotor de Justiça Delfino Costa Neto.

“Todavia, tal tese não se sustenta juridicamente, visto que chuvas, ventos e crescimento de vegetação são fenômenos previsíveis, sazonais e inerentes à região de Alagoas, integrando o risco do empreendimento. A jurisprudência é pacífica no sentido de que tais eventos configuram fortuito interno, não afastando a responsabilidade da concessionária”, concluiu o promotor.

/Ascom MPAL

Você também pode gostar desses conteúdos

Bombeiros resgatam bebê, mãe e avô após queda em cacimba em Arapiraca
Interior

Bombeiros resgatam bebê, mãe e avô após queda em cacimba em Arapiraca

por Redação
6 de fevereiro de 2026
Mulher é presa por jogar água quente em cachorro no interior de Alagoas
Interior

Mulher é presa por jogar água quente em cachorro no interior de Alagoas

por Redação
5 de fevereiro de 2026
Polícia investiga homicídio de irmãos ocorrido no bairro da Levada, em Maceió
Interior

Suspeito de homicídio contra idosa é preso em Rio Largo

por Redação
4 de fevereiro de 2026
Homem é preso por feminicídio contra ex-mulher em Porto Calvo
Interior

Homem é preso por feminicídio contra ex-mulher em Porto Calvo

por Redação
3 de fevereiro de 2026
DPU e DPE-AL recomendam construção de moradias para comunidade cigana em Carneiros
Interior

DPU e DPE-AL recomendam construção de moradias para comunidade cigana em Carneiros

por Redação
29 de janeiro de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

banner-site
banner-site
Próximo Post
Justiça de Alagoas condena Gol por atraso de voo e perda de conexões

Justiça de Alagoas condena Gol por atraso de voo e perda de conexões

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

7 de agosto de 2025
Vereador acusa Henrique Chicão de usar hospital para se eleger deputado

Vereador acusa Henrique Chicão de usar hospital para se eleger deputado

7 de agosto de 2025

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Geral

STF: caixa dois pode ser punido como improbidade administrativa

6 de fevereiro de 2026
Geral

Cão comunitário é esfaqueado em Maceió; polícia investiga o caso

6 de fevereiro de 2026
Política

PF diz que Bolsonaro relatou “boa adaptação” em cela da Papudinha

6 de fevereiro de 2026

REDAÇÃO

(82) 98898-7444

folhadealagoas@gmail.com

ARQUIVOS

Disponível no Google Play

© 2021 | Folha de Alagoas.

Sem resultados
Exibir todos os resultados
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO

© 2021 | Folha de Alagoas.

Utilizamos cookies essenciais e outras tecnologias semelhantes, ao continuar navegando, você concorda essas e outras condições de nossa Política de Privacidade e Cookies.