Redação*
O Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM) promove rodas de conversas nesta quinta-feira (5) e neste sábado (7) para debater sobre os impactos da mineração e do crime da Braskem em Maceió.
“03 de março de 2018 é lembrado como o dia do tremor da Braskem em Maceió. Mas o que vivemos não começou ali! São décadas de mineração predatória, de violação de direitos e de um modelo que coloca o lucro acima da vida”, afirma o Movimento.
Segundo a organização, o crime da Braskem reafirma o que o MAM denuncia há anos: “territórios não são zonas de sacrifício, comunidades não são descartáveis e o subsolo não pode valer mais que a dignidade de um povo”.
O grupo luta por soberania popular na mineração, por justiça socioambiental e por um modelo que coloque a vida no centro.
Confira as datas e horários:
📍 Quinta (05/03), 18h30 – Instituto Bom Parto
🗣 “Saúde mental em colapso: 8 anos de crime”
Porque o impacto não é apenas estrutural, é psicossocial, é cotidiano, é coletivo.
📍 Sábado (07/03), 8h30 – Flexais
🎣 “Flexais Não Está à Venda: 8 Anos de Crime e Resistência”
Em defesa dos povos tradicionais, à realocação justa e à reconstrução digna dos projetos de vida
/com assessoria















