Banner-728x90px-Alagoas-Inteligente_2
1017
17 de setembro de 2026
Folha de Alagoas
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
BannerSiteContrato_SENAI_728x90px (1)
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO
Sem resultados
Exibir todos os resultados
17 de setembro de 2026
Folha de Alagoas
Sem resultados
Exibir todos os resultados
CÂMARA 1 - 728x90 (1)
CÂMARA 2 - 728x90 (1)
Redação

Redação

Autoridades alertam para riscos do caramujo africano em Alagoas

4 de maio de 2026
0
Autoridades alertam para riscos do caramujo africano em Alagoas
Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

Originário do Leste da África e introduzido no Brasil, o caramujo africano é motivo de preocupação para as autoridades de saúde pública. Isso porque, conforme a bióloga da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Bruna Mesquita, além de causar impactos ambientais e econômicos, esse molusco terrestre transmite doenças como a meningite eosinofílica e a angiostrongilíase abdominal.

Reconhecido como uma das piores espécies invasoras em todo o mundo, o caramujo africano está presente em pelo menos 23 estados brasileiros, incluindo Alagoas. Ele é encontrado facilmente nos municípios com clima quente e úmido, principalmente nos quintais, hortas e jardins, além dos terrenos baldios.

Bruna Mesquita explica que o caramujo africano, cujo nome científico é Achatina fulica, não possui predadores naturais no Brasil e, por isso, toda a atenção deve ser redobrada. “A limpeza e o manejo correto dos quintais, jardins e terrenos baldios representam a melhor forma de evitar a infestação deste molusco terrestre”, orienta.

Remoção

Quanto à remoção do local onde ele for encontrado, a bióloga da Sesau explica que este processo pode ser feito de forma manual, desde que sejam observadas as medidas de segurança adequadas. De acordo com ela, é necessário usar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), para afastar o risco de contrair alguma doença transmitida por ele.

“As pessoas devem usar botas e luvas de borracha e colocar os caramujos africanos em um recipiente, a exemplo de um balde. Na sequência, deve ser jogada água sanitária e o recipiente deve ser fechado, deixando os moluscos por um período de 24 horas. Após esse período, eles devem ser descartados em via seca e o líquido do balde descartado pelo sistema de esgoto”, explica Bruna Mesquita.

Contato

Em caso de contato com o caramujo africano, a bióloga da Sesau recomenda observar o aparecimento de sintomas como febre e mal-estar. “Caso estes sintomas surjam após contato com esse molusco, o recomendado pelas autoridades de saúde pública é procurar a unidade de saúde mais próxima”, salienta Bruna Mesquita.

A bióloga da Sesau destaca, entretanto, que crianças, idosos e imunosuprimidos são mais vulneráveis ao desenvolvimento de quadros graves das doenças provocadas pelo caramujo africano.

“Os moradores de residências com crianças, idosos e pessoas com problemas no sistema imunológico devem ficar particularmente atentos à presença destes animais e procurar atendimento médico com rapidez para garantir um diagnóstico precoce e maiores chances de sucesso no tratamento e recuperação”, recomenda Bruna Mesquita.

/Sesau

Você também pode gostar desses conteúdos

Filas na madrugada: usuários desmentem JHC e denunciam descaso na saúde municipal
Saúde

Filas na madrugada: usuários desmentem JHC e denunciam descaso na saúde municipal

por Redação
17 de setembro de 2026
Hospital do Idoso de Alagoas entra em funcionamento com diversas especialidades médicas
Saúde

Hospital do Idoso de Alagoas entra em funcionamento com diversas especialidades médicas

por Redação
15 de setembro de 2026
Hospital do Idoso do Estado inicia atividades na próxima semana
Saúde

Hospital do Idoso do Estado inicia atividades na próxima semana

por Redação
11 de setembro de 2026
Hospital do Coração completa dois anos do primeiro transplante de rim
Saúde

Hospital do Coração completa dois anos do primeiro transplante de rim

por Redação
11 de setembro de 2026
Genérico das canetas emagrecedoras chega ao grupo que mais consome o medicamento: mulheres na transição da menopausa
Saúde

Genérico das canetas emagrecedoras chega ao grupo que mais consome o medicamento: mulheres na transição da menopausa

por Redação
8 de setembro de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

banner-site
banner-site
Próximo Post
Moraes nega revisão da pena de condenada por pichar Estátua da Justiça

Moraes nega revisão da pena de condenada por pichar Estátua da Justiça

Cinco primos de JHC dividem R$ 2,6 milhões na folha de Maceió e bateram no teto salarial 26 vezes

Cinco primos de JHC dividem R$ 2,6 milhões na folha de Maceió e bateram no teto salarial 26 vezes

9 de setembro de 2026
Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

Católicos de Paripueira discordam de evento com a participação de políticos

7 de agosto de 2025

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Política

Imoralidade: Maceió revoga regra que fazia Braskem pagar IPTU de casas destruídas pela mineração

17 de setembro de 2026
Política

“JHC prometeu ser pedra no sapato da Braskem, mas virou pedra no sapato das vítimas”, diz Pastor Wellington

17 de setembro de 2026
Política

IMA desmonta narrativa de JHC sobre despoluição do Salgadinho e alerta riscos

17 de setembro de 2026

REDAÇÃO

(82) 98898-7444

folhadealagoas@gmail.com

ARQUIVOS

Disponível no Google Play

© 2021 | Folha de Alagoas.

Sem resultados
Exibir todos os resultados
  • INÍCIO
  • GERAL
  • INTERIOR
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • POLÍTICA
  • REBULIÇO
  • CONTATO

© 2021 | Folha de Alagoas.

Utilizamos cookies essenciais e outras tecnologias semelhantes, ao continuar navegando, você concorda essas e outras condições de nossa Política de Privacidade e Cookies.