Redação
Avalanche de ações do pré-candidato ao governo de Alagoas, Renan Filho, e o monitoramento dos números de campanha forçam JHC, ex-prefeito de Maceió, a tomar uma decisão: abraçar o bolsonarismo e, consequentemente, marchar com os deputados federais e pré-candidatos ao Senado, Arthur Lira e Alfredo Gaspar.
JHC pensou inicialmente em fazer um campanha anti-sistema, mas quem é filho de João Caldas, ex-deputado, e avalizou o acordo bilionário com a Braskem e também tem em sua gestão o Iprev/Banco Master no olho do furacão, se deu conta que o jogo é bruto.
JHC vinha liderando os dados da corrida eleitoral, porém, o bloco emedebista foi para as ruas, literalmente, e a demonstração das forças dos governos federal e estadual apontam para num ciclo de “subida” de Renan.
Preocupado em perder o pleito já no primeiro turno, JHC terá que abraçar o quanto antes o bolsonarismo e montar o seguinte palanque: Jota (candidato ao governo), Lira (Senado) e Gaspar (Senado).
Eudocia, senadora biônica, na vaga do prefeito “café com leite”, segundo o vereador Leonardo Dias, será rifada no processo.
Jota vai ter que sair das redes sociais, desbloquear inimigos e fazer política de verdade. Terá competência? Só o tempo dirá.
O cavalo selado de João Henrique, paladino da moralidade da Assembleia Legislativa, que hoje é mui amigo de Celso Luís, parece que teve seu carrossel enguiçado.
Política se faz com compromisso, honra e palavra. Jota será usado para fazer palanque para Lira e Alfredo se elegerem.
O que restará para JHC, sem imunidade, é responder sobre a negociata com a Braskem e o caso Iprev/Banco Master.














