Um grupo de aposentados e pensionistas do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev) procurou o ex-presidente da Câmara dos Deputados e ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo para pedir apoio diante das repercussões do investimento de aproximadamente R$ 117 milhões em títulos do Banco Master.
Os beneficiários relataram preocupação com a segurança dos recursos previdenciários e solicitaram que Aldo Rebelo ajudasse na busca por medidas capazes de proteger os aposentados e pensionistas vinculados ao instituto.
O ex-ministro afirmou que vai colaborar com o grupo e anunciou que pretende procurar juristas de São Paulo para obter orientações sobre os caminhos administrativos e judiciais que poderão ser adotados no caso.
Segundo Rebelo, o objetivo é reunir especialistas que possam avaliar a situação e indicar providências para resguardar os direitos dos servidores aposentados e dos pensionistas que dependem dos pagamentos realizados pelo Iprev.
O episódio ganhou repercussão após a divulgação de que o instituto previdenciário de Maceió investiu cerca de R$ 117 milhões em letras financeiras do Banco Master. O negócio passou a ser alvo de questionamentos políticos, jurídicos e administrativos, especialmente em razão dos riscos atribuídos aos títulos adquiridos e dos possíveis impactos sobre o patrimônio previdenciário municipal.
Para os aposentados e pensionistas, a principal preocupação é evitar que eventuais prejuízos decorrentes da operação comprometam o pagamento dos benefícios atuais e futuros.
A manifestação de Aldo Rebelo amplia a mobilização em torno do caso e leva a discussão para além de Alagoas, com a possibilidade de participação de juristas de outros estados na análise das providências cabíveis.
Ex-ministro da Defesa, da Ciência e Tecnologia, dos Esportes e das Relações Institucionais, além de ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo afirmou que pretende utilizar sua articulação política e jurídica para contribuir com os aposentados e pensionistas.
As circunstâncias do investimento e as responsabilidades dos envolvidos ainda dependem da conclusão das apurações conduzidas pelas autoridades competentes.
/Tribuna do Sertão














